Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Na solidão do quarto, o "Duarte" aprendeu a doutrina nazi, ameaçou com um ataque à Mesquita de Lisboa, elogiou Brenton Tarrant e Andreas Brevik, autores de massacres. Depois de 16 meses num centro educativo, saiu em janeiro. Mas estará desradicalizado?
Luís Neves foi escolhido pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, para substituir Maria Lúcia Amaral.
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
O partido destacou a valorização dos profissionais das forças de segurança, a garantia de condições de trabalho e o reforço dos meios da Proteção Civil, em particular com a valorização dos bombeiros e carreiras.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
Tudo começou, em fevereiro de 2025, quando a GNR comunicou à PJ uma situação que, perante os dados iniciais, ia muito além de um simples furto num quarto de hotel.
Autoridades acreditam que extremistas foram financiados com dinheiro estrangeiro. SÁBADO revela os 10 grupos de extrema direita ativos em Portugal
O neonazi está "fechado 22 horas por dia numa cela de oito metros quadrados", afirma o advogado.
Nem todos são considerados vítimas de tráfico.
O “bruxo” e “rei” de Carqueja era capaz de incutir medo aos súbditos pobres e ingénuos que drogava e violava. A loucura do “psicopata” (segundo descrição dos inspetores da PJ) matou Tânia, Ivo e Joana.
No início da década de 1990, um trio criminoso dedicou-se a raptar, torturar, roubar e violar mulheres desprevenidas que “caçava” nas noites de Lisboa. Ana Cristina foi a única vítima mortal.
A caminho do terror, Osama bin Laden cumpriu uma paragem por Lisboa. Anos antes dos ataques do 11 de Setembro, o fundador e líder histórico da Al-Qaeda viajou até Portugal para estabelecer contactos misteriosos com pessoas e instituições. A SÁBADO conta tudo.
Presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo disse que a não inclusão de um capítulo sobre extremismos é "compreensível", porque "existiam investigações em curso".
Soqueiras, armas de fogo e armas brancas feitas em várias impressoras 3D e que poderiam vir a ser usadas para assaltar a Assembleia da República.