Advogada constituída arguida em investigação a processos de imigrantes
A investigação teve origem numa queixa apresentada em Mafra, por um imigrante que teria sido angariado pelo escritório de advogados neste esquema de falsificação de documentos.
A investigação teve origem numa queixa apresentada em Mafra, por um imigrante que teria sido angariado pelo escritório de advogados neste esquema de falsificação de documentos.
De acordo com o sindicato, este "é um desfecho que começou a desenhar-se há meses e cujos reais contornos devem ser apurados em todas as dimensões, desde a jornalística, à económica, financeira, política e até judicial".
"Se possível, vamos recorrer da decisão da não homologação do plano de insolvência que foi aprovado por 77% dos credores", afirmou o gestor.
A juíza declarou "cessada a suspensão da liquidação determinada pela assembleia de credores realizada em 29/01/2025".
No antigo Tribunal de Sintra, decorria um caso peculiar naquela manhã de outubro. A Dr.ª Sofia Mendonça, Juíza do Tribunal Judicial de Sintra, pensava já ter visto tudo o que o sistema judicial português tinha para oferecer, mas aquele processo fazia-a duvidar.
Segundo a nota, "ambos os lados expressam satisfação com a resolução encontrada", sem adiantar pormenores sobre o acordo.
O SJ defendeu que, "enquanto mais alto magistrado da nação, o Presidente da República, uma pessoa com grande proximidade e passado nos media, pode ter um papel muito importante para uma possível saída para esta crise, que afeta a vida de cerca de 150 pessoas".
O tribunal decidiu executar os bens da empresa, notificando várias entidades, penhorando os créditos, presentes e futuros, vencidos e vincendos, que a empresa Amor Ponto detém, no valor até 4,7 milhões de euros, o que inclui já os juros.
O tribunal condenou a Amor Ponto a pagar mais de três milhões de euros à SIC pela quebra do contrato com a estação televisiva. O canal da Impresa pondera pedir a revisão de parte da sentença
Rodrigo, 10 anos, tem uma doença hepática grave. Está na Sérvia a fazer um tratamento sem o aval da médica que o seguia em Coimbra. A justiça portuguesa considerou que ele corria perigo de vida e emitiu uma ordem para o pôr numa instituição. A família vive clandestina há oito meses por causa desta decisão. E até os irmãos já foram detidos, indevidamente.
Valor teve de ser reduzido tendo em conta que a saída da apresentadora não trouxe prejuízo de receitas para o canal.
Mahomed Sacoor e Mumtaz Abdul Satar são donos do Lar Delicado Raminho, na Lourinhã, que foi encerrado este mês pela Segurança Social, e do Lar Peninsular, alvo de inspeção. Podem ser responsabilizados criminalmente.
As vítimas identificadas nos autos foram lesadas em 33.859 euros. Clientes eram depois encontrados na via pública ou nas suas viaturas.
Chumbado outro PER da empresa que publica Nova Gente, TV7Dias e Maria. Em causa, dívidas de €52,2 milhões. Juiz diz que insolvência é melhor para ex-trabalhadores.
Requerente de habeas corpus garante que não foi informada dos motivos do isolamento. Fez teste que deu negativo.
No total, foram realizadas 37 buscas, 11 das quais domiciliárias, 19 não domiciliárias e sete em veículos automóveis.