Supremo dos EUA não decidiu sobre as tarifas de Trump
Era um dos grandes focos de atenção desta sexta-feira, com os investidores a aguardarem a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas impostas por Donald Trump.
Era um dos grandes focos de atenção desta sexta-feira, com os investidores a aguardarem a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas impostas por Donald Trump.
Casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado em 2015 e a decisão levou a que quase 600 mil casais do mesmo sexo corressem para os tribunais para se casarem. Agora uma ex-escrivã lançou uma petição para que esta decisão fosse reconsiderada.
Os queixosos alegam que o projeto ameaça zonas húmidas ambientalmente sensíveis que albergam plantas e animais protegidos, sendo este processo o primeiro a arrancar dos dois movidos contra as autoridades federais e estaduais a propósito do centro de detenção do sul da Flórida.
A Casa Branca pediu este mês ao Supremo Tribunal que autorize a acabar com a proteção legal de mais de 500.000 imigrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela.
As proteções deveriam expirar no dia 7 de abril mas um juiz de São Franscisco ordenou que tal não acontecesse porque considerou que poderia prejudicar gravemente a vida de centenas de milhares de pessoas e causar perdas de mil milhões na atividade económica. Agora o governo de Donald Trump entrou com um recurso de emergência no Supremo.
A primeira-ministra italiana visitou a Casa Branca com o intuito de agilizar um acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, antes da pausa de 90 dias.
Trump estava pronto para aguentar as quedas em Wall Street se houvesse o comportamento normal nestas alturas: uma fuga para o refúgio dos títulos do Tesouro. Aconteceu o oposto, com muita dívida soberana dos EUA a ser despejada no mercado. O risco de uma crise financeira forçou a mão do presidente dos EUA.
Um cidadão salvadorenho, Abrego Garcia, de 29 anos, foi preso em Maryland e deportado em março, apesar da decisão de um juiz de imigração dos Estados Unidos de 2019 que o protegeu da deportação para El Salvador, onde enfrentou uma provável perseguição por gangues locais.
Os planos da administração Trump foram explicitos desde o primeiro dia, reduzir os custos federais ao despedir funcionários, e o departamento de Elon Musk estará lá para ajudar.
Decisão obriga administração Trump a retomar pagamentos dos fundos de ajuda externa que equivalem a 2 mil milhões de euros, utilizados para pagar aos beneficiários e ao trabalho feito por organizações sem fins lucrativos um pouco por todo o mundo.
O presidente dos EUA agiu contra os funcionários do Departamento de Justiça que ajudaram o ex-conselheiro especial Jack Smith a investigá-lo.
A app conta com 170 milhões de utilizadores no país. Supremo diz que a empresa-mãe chinesa deve vender o TikTok.
Notícia surge depois da Bloomberg ter noticiado que a venda do TikTok a Elon Musk era uma possibilidade, caso a plataforma não conseguisse contornar a sua proibição nos EUA.
Caso do pagamento à atriz pornográfica Stormy Daniels tornou-o no primeiro presidente dos EUA a ser acusado e condenado. Advogados tentam impor imunidade presidencial.
A chinesa ByteDance terá de vender a sua popular app TikTok até 19 de janeiro ou poderá ver os EUA proibirem a rede social no país.
É proprietário de armas, gosta de caçar, garantiu refeições gratuitas aos alunos mais desfavorecidos. Homem, branco, com raízes humildes, TimWalz é o trunfo de Kamala Harris junto da classe trabalhadora.