Trump alerta países para cumprirem acordos tarifários apesar da decisão do Supremo Tribunal
Donald Trump adiantou que quer uma tarifa global de 15%.
Donald Trump adiantou que quer uma tarifa global de 15%.
"Como Presidente, não preciso de voltar ao Congresso para obter aprovação das tarifas", afirmou o líder norte-americano numa publicação nas redes sociais.
Os direitos aduaneiros cobrados pelas autoridades norte-americanas terão ultrapassado os 130 mil milhões de dólares em 2025.
A Administração de Donald Trump enfrenta um novo desafio. O Supremo Tribunal dos EUA decidiu que as "tarifas recíprocas", que abalaram o comércio mundial e os mercados financeiros, são ilegais. O republicano já reagiu, depois de o tribunal ter dito que a Casa Branca "excedeu a autoridade" ao invocar uma lei federal, com poderes de emergência. O jornalista do Negócios Rui da Rocha Ferreira explica os contornos da decisão da justiça norte-americana.
A justiça americana tem estado a avaliar se a imposição de tarifas comerciais é válida à luz de uma lei de 1977 que dá ao Presidente dos EUA poderes de decisão em situações de emergência.
Na sequência das ações judiciais levadas a cabo por dois estudantes.
O Supremo dos EUA poderá anunciar esta quarta-feira a decisão sobre a constitucionalidade das tarifas impostas por Trump. O Presidente norte-americano recorreu às redes sociais para pressionar os juizes.
Era um dos grandes focos de atenção desta sexta-feira, com os investidores a aguardarem a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas impostas por Donald Trump.
Casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado em 2015 e a decisão levou a que quase 600 mil casais do mesmo sexo corressem para os tribunais para se casarem. Agora uma ex-escrivã lançou uma petição para que esta decisão fosse reconsiderada.
Os queixosos alegam que o projeto ameaça zonas húmidas ambientalmente sensíveis que albergam plantas e animais protegidos, sendo este processo o primeiro a arrancar dos dois movidos contra as autoridades federais e estaduais a propósito do centro de detenção do sul da Flórida.
A Casa Branca pediu este mês ao Supremo Tribunal que autorize a acabar com a proteção legal de mais de 500.000 imigrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela.
As proteções deveriam expirar no dia 7 de abril mas um juiz de São Franscisco ordenou que tal não acontecesse porque considerou que poderia prejudicar gravemente a vida de centenas de milhares de pessoas e causar perdas de mil milhões na atividade económica. Agora o governo de Donald Trump entrou com um recurso de emergência no Supremo.
A primeira-ministra italiana visitou a Casa Branca com o intuito de agilizar um acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, antes da pausa de 90 dias.
Trump estava pronto para aguentar as quedas em Wall Street se houvesse o comportamento normal nestas alturas: uma fuga para o refúgio dos títulos do Tesouro. Aconteceu o oposto, com muita dívida soberana dos EUA a ser despejada no mercado. O risco de uma crise financeira forçou a mão do presidente dos EUA.
Um cidadão salvadorenho, Abrego Garcia, de 29 anos, foi preso em Maryland e deportado em março, apesar da decisão de um juiz de imigração dos Estados Unidos de 2019 que o protegeu da deportação para El Salvador, onde enfrentou uma provável perseguição por gangues locais.
Os planos da administração Trump foram explicitos desde o primeiro dia, reduzir os custos federais ao despedir funcionários, e o departamento de Elon Musk estará lá para ajudar.