Greve Geral: Transtejo/Soflusa sem serviços mínimos, travessias podem ser afetadas
O Tribunal Arbitral decidiu, por maioria, "não fixar serviços mínimos de transporte fluvial de passageiros a assegurar pela Soflusa/TTSL".
O Tribunal Arbitral decidiu, por maioria, "não fixar serviços mínimos de transporte fluvial de passageiros a assegurar pela Soflusa/TTSL".
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
O acórdão determina o "funcionamento, em 50% do seu regime normal, das carreiras 703, 708, 717, 726, 735, 736, 738, 751, 755, 758, 760 e 767".
De acordo com a estrutura sindical, trata-se de uma "greve nacional de toda a enfermagem portuguesa", permitindo que todos os enfermeiros estejam cobertos pelo pré-aviso, independentemente do setor onde exercem a sua atividade.
Tribunal arbitral concluiu que o apresentador criou uma empresa para imputar rendimentos que deviam, afinal, ser tributados em IRS, assim obtendo uma vantagem fiscal.
Com esta greve, o sindicato reivindica a contratação de mais enfermeiros para os setores público e privado e para as instituições particulares de solidariedade social (IPS), assim como a resolução dos vínculos precários.
Em causa um adepto que exibiu a imagem de um macaco num telemóvel e a imitação de gestos característicos do referido animal.
A paralisação é justificada pelo incumprimento de acordos assinados em 2019, nomeadamente ao nível da formação e organização do trabalho.
Para este período de greve, não foram decretados serviços mínimos, apesar do pedido da administração, que não foi deferido em tribunal.
Sindicato vê, no entanto, com"muita dificuldade a suspensão da greve" de quinta-feira.
Os 1,6 milhões de euros pagos como "reparação" não estão isentos de pagar impostos. Em alguns casos, a compensação financeira pode cair para metade do valor comunicado.
Condenado ainda a pagar duas coimas, num total de 5.355 euros, José Mourinho cumpriu o encontro de suspensão no triunfo com reviravolta do Benfica em Arouca (2-1), em 14 de março, para a 26.ª jornada da I Liga.
O jogo decisivo de 18 de janeiro, em Rabat, contou com muita polémica, devido aos incidentes que ocorreram, nomeadamente o facto de os jogadores senegaleses terem chegado a abandonar o relvado.
Tomada de posição surge depois de a Confederação Africana de Futebol ter retirado o título ao Senegal, que tinha vencido a final de 18 de janeiro, em Rabat, diante de Marrocos, num jogo com muita polémica.
Federação Senegalesa de Futebol repudia "a decisão injusta, sem precedentes e inacreditável, que desacredita o futebol africano".