Sindicatos desconvocam greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa
Organizações sindicais consideram que a decisão sobre serviços mínimos colocam em causa a segurança de utentes e trabalhadores.
Organizações sindicais consideram que a decisão sobre serviços mínimos colocam em causa a segurança de utentes e trabalhadores.
Segundo fonte sindical e da transportadora, que vai requerer a fixação de serviços mínimos ao Tribunal Arbitral.
Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes tem recebido muitos pedidos de socorro.
A Frente Comum cumpre hoje uma "grande greve" da Administração Pública contra o Governo, que acusa de degradar as condições de trabalho e de desinvestir nos serviços públicos.
O Governo entregou em 09 de outubro a proposta do Orçamento do Estado para 2026 na Assembleia da República, mantendo a previsão inicial de aumentos salariais para a função pública prevista no acordo plurianual assinado em novembro de 2024 com a Fesap e a Frente Sindical.
Uma das maiores greves dos últimos anos promete parar Paris e outras cidades francesas. Autoridades estão atentas a grupos desordeiros.
Trabalhadores da Carris voltam hoje aos protestos com uma greve durante 24 horas.
A greve foi marcada às primeiras e últimas horas do serviço diário de cada profissional dos vários setores (tráfego, oficinas ou administrativo), em protesto pelo impasse das negociações com a transportadora.
Greve de 24 horas irá decorrer entre os dias 2 e 6 de junho.
A CP indicou, no site, que "foram definidos serviços mínimos, para o período compreendido entre os dias 11 e 14 de maio", tendo publicado as listas dos comboios abrangidos pela decisão.
Segundo fonte oficial da CP, na quinta-feira, até as 19:00, não tinha circulado nenhum comboio.
Esta paralisação foi convocada contra a imposição de aumentos salariais "que não repõem o poder de compra", pela "negociação coletiva de aumentos salariais dignos" e pela "implementação do acordo de reestruturação das tabelas salariais, nos termos em que foi negociado e acordado", segundo os sindicatos.
"Uma vez que não foram definidos serviços mínimos pelo Tribunal Arbitral do Conselho Económico Social, a CP não garante a circulação de comboios sobretudo nos dias 7, 8 e 9 de maio", indicou a transportadora ferroviária, num alerta publicado no seu 'site', na terça-feira.
Os sindicatos explicaram que a paralisação foi convocada "contra a imposição de aumentos salariais, que não repõem o poder de compra", e pela "negociação coletiva de aumentos salariais dignos".
A paralisação foi convocada contra "a existência de vencimentos base inferiores ao salário mínimo nacional", "o recurso sistemático a trabalhadores de empresas de trabalho temporário" e o "trabalho suplementar em incumprimento com os limites legais em vigor".
Os trabalhadores da empresa de 'handling' (assistência em terra) convocaram uma greve de dois dias nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Porto Santo, que irá decorrer entre as 00h00 de sábado até às 24:00 horas de domingo.