CGTP convoca "grande manifestação nacional" para 17 de outubro
Serão realizadas diversas ações nas empresas e locais de trabalho, nomeadamente plenários e concentrações à portas das empresas.
Serão realizadas diversas ações nas empresas e locais de trabalho, nomeadamente plenários e concentrações à portas das empresas.
A estrutura sindical indicou que, em conjunto com os trabalhadores, apresentou à administração "diversas propostas e alternativas para evitar o despedimento coletivo ou, pelo menos, reduzir o seu impacto".
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
Tiago Oliveira celebrou na Assembleia da República.
Líder da central sindical criticou o 'timming' da discussão, acusando o Governo de tentar por "todos os meios, encurtar prazos, não respeitando os próprios prazos da discussão pública".
A central sindical considera "inaceitável" que o Governo desvirtue um conjunto de 13 prestações sociais com o pretexto de aproveitar fundos provenientes do PRR.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, rejeita que a greve geral convocada para quarta-feira seja extemporânea, recusando "correr atrás do prejuízo", e reitera que cada central sindical será responsabilizada "pelo caminho que decidiu seguir".
Conheça um resumo das principais alterações previstas ao Código do Trabalho.
Tiago Oliveira afirmou que a CGTP tem recebido adesões de várias estruturas sindicais e está a desenvolver trabalho diário em empresas e locais de trabalho para mobilizar os trabalhadores para a paralisação de 3 de junho.
Com os bombos a marcar o ritmo, o desfile marcado por muitas faixas, bandeiras, cartazes, avançava ao som de palavras de ordem como: "A luta continua, nas escolas e na rua" e "Negociação Sim, imposição não".
A CGTP acusou o Governo de ser "profundamente antidemocrático" e de ter uma atitude "anticonstitucional" ao convocar "reuniões paralelas" às reuniões plenárias de Concertação Social.
Entrega do pré-aviso acontecerá dias depois de o Governo ter dado por terminado as negociações da reforma laboral.
Luís Montenegro disse que, sem entendimento na concertação social, a última palavra sobre o pacote laboral cabe à Assembleia da República.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
Anúncio foi feito pelo secretário-geral Tiago Oliveira em entrevista à RTP Notícias.