Sábado – Pense por si

Editorial

O sistema Volta em política

Não costuma funcionar. Mas Mário Centeno gostava. Saiu, qual tampa, mas permanece agarrado às suas próprias ambições futuras, seja para o que for, sabemos lá nós, do homem que admitiu ser primeiro-ministro sem ser eleito, Presidente sem chegar a ser candidato, e quiçá agora líder do PS ou candidato a PM independente num esquema qualquer que lhe poupe a maçada de ser sequer militante. Há quem o compare a Passos Coelho, por ser a voz divergente na sua área política. Não chega, não é Passos quem quer

Raquel Lito

Herdeiros, escutas e perigos ocultos no TikTok

Quem assume a liderança dos negócios nas grandes famílias, os novos dados da operação Cartão Vermelho e os conteúdos mais arriscados da rede social são os destaques desta quarta-feira.

Vieira é arguido na Operação Cartão Vermelho. Nunca foi ouvido na investigação sobre o prédio da FPF
Carlos Rodrigues Lima

Escutas ligam Luís Filipe Vieira ao negócio do prédio da FPF

Um dos empresários que comprou o imóvel é descrito na operação Cartão Vermelho como “testa de ferro” do antigo presidente do Benfica e sem “capacidade financeira”. As conversas mostram que Vieira acompanhou o assunto ao pormenor, mas as suspeitas nunca foram comunicadas ao processo que investiga venda do imóvel.

Francisco Pinto Balsemão recordado em 88 histórias sobre a sua vida
Alexandre R. MalhadoAna TabordaLuísa OliveiraSónia Bento

Balsemão em 88 histórias

Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.

João Miguel Tavares escreveu um livro sobre a ascensão de Sócrates ao poder e o País que a permitiu
Maria Henrique Espada

João Miguel Tavares: “Temo que seja possível outro Sócrates”

“Estava tudo à vista” quando o ex-primeiro-ministro foi eleito e reeleito e escreveu um livro a demonstrá-lo. Garante que não está obcecado com ele – o País é que não pensa o suficiente no caso Sócrates e mantém o padrão do deixar passar, até com o atual primeiro-ministro. Fez o retrato de uma “personagem fascinante” que – esqueçam Ventura – pôs mesmo em causa o Estado de direito. O PS fez-se cego e ainda há socráticos por aí. “Deixa-me embasbacado.”

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