Migrações: Ceuta e Melilla sem incidentes após incitações para nova entrada em massa
As forças de segurança continuam mobilizadas e preparadas para intervir caso ocorra alguma contingência.
As forças de segurança continuam mobilizadas e preparadas para intervir caso ocorra alguma contingência.
Não é quem exige fronteiras funcionais que promove a extrema-direita. Promovem-na aqueles que transformam números em propaganda, fronteiras em preconceito e qualquer discordância num diagnóstico moral.
Em menos de 24 horas, mais de 60 mil migrantes chegaram à fronteira espanhola a nado, entre vivas a Espanha e a Pedro Sánchez. As políticas migratórias do primeiro-ministro espanhol estão na mira da oposição.
O governo de Ceuta elevou para 88 o número de pessoas encontradas mortas nas imediações do quebra-mar fronteiriço de Tarajal.
Ceuta e Melilha fazem parte do território de Espanha desde o século XVI e são pontos frequentes de passagem de migrantes. Marrocos reivindica os territórios desde a sua independência.
Fontes do Interior informaram esta manhã que a noite em Ceuta foi normal, que as entradas "pararam totalmente" e que continuaram as saídas para Marrocos.
À semelhança do que já foi sugerido por Itália e pela Finlândia, na sequência da crise migratória em Ceuta.
Como aconteceu durante a madrugada, hoje de manhã continuavam a cruzar a fronteira "numerosas pessoas", escreve a agência Europa Press, e as ruas da cidade de Ceuta "amanheceram com centenas de jovens migrantes a dormir nas ruas enquanto continua a chegada irregular desde Marrocos", descreveu o jornal EL Pais.
A polícia espanhola encontrou um túnel dentro de um armazém de mármore, através do qual se transportavam vários quilos de haxixe. Foi descoberto com a ajuda de um drone e estava camuflado com um alçapão.
A tentativa de entrada em Ceuta ocorreu junto ao gradeamento fronteiriço de Tarajal, onde se tinham concentrado dezenas de pessoas do lado marroquino.
O migrante caiu na sexta-feira de um muro com dez metros de altura e acabou por morrer este sábado. Últimos dados das autoridades espanholas revelam que sete mil pessoas já regressaram a Marrocos.
Quando o agente do Grupo Especial de Atividades Subaquáticas da Guarda Civil pegou no bebé, que tinha um gorro e luvas, a criança estava gelada e não reagia.
Cerca de seis mil cidadãos marroquinos, entre eles 1.500 menores, atravessaram a nado a fronteira de Tarajal e entraram em Ceuta, na segunda-feira.
A fronteira de Tarajal, que separa o território autónomo espanhol de Ceuta do reino de Marrocos, registou novas entradas de cidadãos marroquinos "por mar". Espanha mobilizou militares.
Os agentes das forças de segurança do posto fronteiriço de Tarajal, em Ceuta, não os conseguiram deter
Desconhece-se ainda se há feridos.