Dois feridos graves e 38 ligeiros em 106 acidentes nas últimas 24 horas
No total, a PSP efetuou 64 detenções, das quais 40 por crimes rodoviários.
No total, a PSP efetuou 64 detenções, das quais 40 por crimes rodoviários.
Foram também registados 2.170 acidentes, dos quais resultaram 10 vítimas mortais, 49 feridos graves e 556 feridos leves.
Autoridades detiveram 433 pessoas por conduzirem sob o efeito de álcool.
PSP e Gnr contabilizaram 2.167 acidentes, com 630 feridos.
A PSP registou na quinta-feira, na sua área de intervenção, um morto em acidente rodoviário, à semelhança da GNR.
A operação de Natal dura entre 18 e 26 de dezembro e a de Ano Novo ocorre entre 27 de dezembro e 4 de janeiro.
As duas operações vão decorrer em duas fases: Natal, entre 18 e 26 de dezembro, e Ano Novo, entre 27 de dezembro e 4 de janeiro.
Entre 1 de janeiro e 30 de novembro deste ano foram registados 52.370 acidentes.
Os acidentes nas estradas portuguesas provocaram também 2.538 feridos graves, mais 33 do que no mesmo período de 2024 (mais 1,3%), e 40.069 feridos ligeiros (menos 730).
Foram efetuadas 20 detenções por condução em estado de embriaguez, cinco por falta de habilitação legal e três por outras situações de âmbito criminal.
A Carris assegura que a rede de elétricos clássicos (que inclui 38 equipamentos) é uma "operação segura" e que a sinistralidade até "baixou significativamente nos últimos anos".
A abertura de portas está prevista para as 18h45 e a GNR pede aos adeptos que respeitem "rigorosamente as indicações relativas às vias de acesso".
Em comunicado, a força militar lembra que registaram-se mais 1.131 acidentes, mais 14 feridos graves e mais 177 feridos ligeiros.
Apesar de tudo, a PSP continua a cumprir com excelência a sua missão. Em cada operação, em cada patrulhamento, em cada escola, bairro ou estádio, estão agentes que vestem a farda com dignidade, vocação e um profundo sentido de dever.
Ao longo da última década o número de mortes nas estradas portuguesas praticamente estagnou, contrastando com os progressos registados pela maioria dos Estados-membros.
Amanhã e quarta-feira vai ser debatido na Assembleia da República o programa do segundo governo de Luís Montenegro. Controlar a imigração, redução dos impostos e resolver a crise da Habitação são algumas das prioridades.