Passageiros fora do espaço Schengen no aeroporto de Lisboa aumentaram cinco vezes em cinco anos
Os tempos de espera no aeroporto de Lisboa têm sido elevados, com filas a chegar às seis horas.
Os tempos de espera no aeroporto de Lisboa têm sido elevados, com filas a chegar às seis horas.
Objetivo é assegurarem o funcionamento regular do controlo de fronteiras e a segurança no período de maior afluência.
A ANA garantiu que “tem colaborado com as autoridades responsáveis pelo controlo de fronteira e apoiado os passageiros”.
Medida já foi autorizada pela Comissão Europeia.
Quando há filas - e para cumprir os tempos de espera -, os polícias limitam-se a ver se o documento de identificação do passageiro corresponde à pessoa que vai viajar. As bases de dados nacionais e internacionais são ignoradas.
Em causa está um pacote sobre a mobilidade militar na UE para a criação de um quadro europeu de emergência.
Companhia aérea destaca o crescimento de voos que foram atrasados em resultado da introdução do novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos. No pico do verão, a TAP registou 99 voos atrasados.
João Ribeiro avançou que alguns dos imigrantes tinham manifestação de interesse, extinto em 2024, mas outros já chegaram sem aquele instrumento e sem qualquer registo.
Hoje o ISPSI é muito mais do que uma academia de polícia. É um centro de pensamento estratégico sobre segurança interna, capaz de articular o conhecimento académico com as necessidades operacionais.
No primeiro dia de operação, Portugal destacou-se a nível europeu, com 10.774 passagens registadas, das quais 10.749 em fronteiras aéreas e 25 em fronteiras marítimas.
O centro da AIMA no templo hindu de Lisboa tem atendido diariamente mais de mil imigrantes. Com controlo apertado, já houve 29 detenções dentro dos centros.
Entre as principais mudanças estão o "registo eletrónico de entradas e saídas dos viajantes, com indicação da data, hora e posto de fronteira" e a "recolha de dados biométricos (quatro impressões digitais e fotografia) na primeira entrada".
Indivíduos são todos de nacionalidade marroquina e terão efetuado uma travessia de "alguns dias". Entre eles encontrava-se um bebé de 12 meses.
O alerta foi feito à margem de um protesto, organizado pela Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes que reuniu hoje no Porto cerca de um milhar de imigrantes, segundo números da organização.
O pódio é completado por Japão e Coreia do Sul, que partilham o segundo lugar, com acesso sem visto a190 países.
E com a implosão da União Europeia, o que acontecerá a seguir será o fim do Estado de Direito e da Democracia, aquela que demorou séculos a ser construída.