Manifestação começa em Paris entre medidas de segurança
O percurso em Paris foi limitado, no meio de rigorosas medidas de segurança, como tentativa de evitar perturbações.
O percurso em Paris foi limitado, no meio de rigorosas medidas de segurança, como tentativa de evitar perturbações.
Ao mesmo tempo que o Governo procura alargar poderes para restringir as redes sociais.
A polícia encorajou os lojistas a prepararem-se e recorrer, "se possível, a segurança privada".
Entre os 70 mil membros das forças de segurança mobilizados, o ministro incluiu "unidades de elite".
O primeiro-ministro francês acusou ainda a "extrema-esquerda" de querer "uma desordem profunda" em França.
Foram ainda registados novos saques na região, tendo como alvo, inclusive, lojas de roupa. Até à manhã de hoje, tinham sido detidas 1.800 pessoas em todo o país.
Na ausência de um balanço atualizado para toda a França, o ministro do Interior indicou às 20h00 de sábado que, até aquele momento, tinham sido registadas 1.200 detenções, num dia em que 150 polícias e gendarmes ficaram feridos.
Mais de 25.000 cidadãos de vários países africanos - Maláui, Zimbabué, Moçambique, Nigéria, Gana, entre outros - fugiram nas últimas semanas, sobretudo em autocarros fretados pelos seus países ou pela África do Sul.
Num relatório divulgado sobre a situação dos direitos humanos no mundo.
Polícia alerta, todavia, para tentativas de burla.
Empresários da Marinha Grande apelam à presença das Forças Armadas na região.
Presidente do Governo Regional da Madeira acredita que os Estados Unidos da América não vão permitir a permanência do regime chavista.
É de extrema importância munir as nossas cidades com tecnologia de vídeovigilância para a salvaguarda das pessoas e bens, mas Portugal está a ficar para trás face a outros países europeus.
Lisboa e Porto continuam a receber a gastronomia nipónica de braços abertos. Crus e cozinhados, fritos e frescos, há muitos pratos a provar nestes novos restaurantes japoneses.
Grupos de jovens revoltados invadiram várias zonas da cidade e periferias, bloquearam estradas com barricadas e pneus incendiados, saquearam estabelecimentos comerciais e vandalizaram viaturas, incluindo carros da polícia, forçando os agentes a recorrer a disparos para dispersar multidões
Mondlane revelou que está acusado de um crime de apologia pública ao crime, de um crime de incitamento à desobediência coletiva, um crime de instigação pública a um crime, um crime de instigação ao terrorismo e um crime de incitamento ao terrorismo, acusação que não reconhece.