Bolsa de Wall Street em alta após discurso de Trump em Davos
Presidente dos EUA disse que não vai fazer uso da força na Gronelândia, acalmando os receios de uma escalada das tensões.
Presidente dos EUA disse que não vai fazer uso da força na Gronelândia, acalmando os receios de uma escalada das tensões.
Trump estava pronto para aguentar as quedas em Wall Street se houvesse o comportamento normal nestas alturas: uma fuga para o refúgio dos títulos do Tesouro. Aconteceu o oposto, com muita dívida soberana dos EUA a ser despejada no mercado. O risco de uma crise financeira forçou a mão do presidente dos EUA.
EUA são o quarto maior mercado das exportações nacionais - até aqui, a tarifa média era de 3,5%. Trump anunciou tarifas como retaliação, mas sem explicar onde foi buscar os valores que alega serem cobrados aos EUA. Europa já disse que irá responder. Consumidores e trabalhadores na linha da frente do impacto potencial.
A queda esperada nos juros é uma boa notícia para a gestão dos créditos e má para as poupanças. Saiba quais são as opções que protegem o seu dinheiro da inflação, conheça os fundos que renderam dois dígitos nos últimos anos e perceba onde poupar muito em dívidas e gastos correntes.
O endurecimento da política monetária do Banco do Japão e a valorização do iene somaram-se ao receio de recessão nos EUA e provocaram a acentuada baixa da bolsa nipónica.
O ano que começa traz a promessa de um alívio nos orçamentos das famílias: as taxas de juro vão finalmente descer e, para quem souber aproveitar, há no mercado bancário opções para reduzir ainda mais os encargos com o crédito da casa e pôr as suas poupanças a gerar mais retorno. Saiba quais são.
Antecipou a crise do subprime e diz que acompanhar o ano de 2022 é como olhar para um acidente de avião. Vendeu todas as suas ações - exceto as de prisões privadas.
O próximo ano traz mais inflação e incerteza sobre as taxas de juro. Saiba como pode proteger o seu património para garantir o futuro - não é fugindo do risco - e onde poupar para aliviar o presente. E confira as dicas de seis especialistas.
Violentas oscilações nas fortunas dos mais ricos têm sido comuns ultimamente. Também o líder da Amazon, Jeff Bezos, perdeu 7,9 mil milhões na terça-feira.
Depois de terem caído acentuadamente no final de março, os principais índices bolsistas iniciaram uma recuperação espetacular e quase contínua.
A tensão entre os dois países por causa da situação em Hong Kong ameaça pôr em risco o acordo comercial que pôs travão a meses de conflito entre as maiores economias do mundo.
A bolsa nova-iorquina encerrou esta segunda-feira com as perdas mais pesadas em uma única sessão em mais de 11 anos, devido à crise causada pelo novo coronavírus e à guerra de preços no setor petrolífero.
A Arábia Saudita anunciou que vai produzir mais petróleo e cortar os preços. A cotação da matéria-prima está em queda livre nos mercados. Cai mais de 30%, negoceia nos 30 dólares por barril.
O francês Bernard Arnault conseguiu um feito histórico, “empurrando” Bill Gates para o terceiro lugar no “raking” das maiores fortunas do mundo.
Depois de vários dias na sombra dos dados económicos desfavoráveis, as bolsas europeias recuperam o ânimo. A estrela dos mercados é contudo o petróleo, que sobe mais de 1% e se prepara para fechar o melhor trimestre em 17 anos.
As bolsas dos EUA iniciaram o dia com ganhos acentuados, depois de dois dias de quedas significativas.