Família real da Arábia Saudita vai conhecer a terra natal de Cristiano Ronaldo: Saiba como a Madeira a vai receber
A família deverá aterrar esta quinta-feira e a visita estender-se-á até ao dia 19.
A família deverá aterrar esta quinta-feira e a visita estender-se-á até ao dia 19.
Durante o mandato de Joe Biden, oficiais de inteligência norte-americana divulgaram um relatório a concluir que o príncipe herdeiro tinha ordenado o assassinato do crítico do regime saudita.
O relatório da Organização Europeia-Saudita para os Direitos Humanos refere que, só no ano passado, foram executados 22% do total de 1.585 pessoas executadas desde que o rei Salman bin Abdulaziz chegou ao poder, em 2015.
É saudita, arquiteta, pertence à família do rei Salman e tem um estilo muito semelhante ao da futura sogra, a rainha Rania. O casamento real é já no dia 1.
Na primeira conversa que terá com o rei Salman, o presidente dos EUA informará que o país vai divulgar o relatório dos serviços secretos sobre o papel do príncipe herdeiro na morte de Jamal Khashoggi.
Filho do falecido rei Abdalá e sobrinho do rei Salman foi detido por autoridades sauditas na sua casa, num caso de "desaparecimento forçado".
O príncipe herdeiro tem procurado modernizar o país, através sobretudo do investimento estrangeiro de forma a acabar com a má reputação saudita.
Os três chefes de Estado tiveram uma conversa telefónica sobre o acordo alcançado pelo cartel da OPEP, que deverá estabilizar o mercado, na sequência da forte quebra do consumo devido à covid-19.
Mohammed bin Salman justificou decisão com o facto de os três detidos terem “feito contactos com potências estrangeiras, incluindo americanos e outros, para levar a cabo um golpe de Estado”.
Hassa bint Salman foi condenada por um tribunal francês. Estava acusada de mandar o seu guarda-costas espancar quem lhe arranjou o lavatório. Conta chegou aos 21 mil euros.
Um relatório médico mostra que muitos dos prisioneiros políticos no reino são vítimas de choques elétricos, chicotadas, espancamentos e outras formas de tortura.
O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman vai liderar o comité que supervisionará os projetos, pensados para transformar Riad "numa das melhores cidades do mundo para morar".
New York Times avançou que Mohamed bin Salman deu luz verde para que se recorresse ao sequestro, prisão e tortura de cidadãos sauditas um ano antes da morte de Jamal Khashoggi.
Há várias semanas que o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman não aparece nas reuniões governamentais. Ausência está a causar desconforto na administração.
De acordo com o presidente turco, o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, deu "uma explicação em que dificilmente se acredita" sobre o papel da Arábia Saudita no caso.
Presidente turco tem afirmado que a ordem de matar o jornalista emanou das "mais altas esferas".