Explosão em complexo de gás no Qatar provoca 13 mortes e 66 feridos
Nenhum dos feridos corre risco de vida afirmou o ministro da Energia.
Nenhum dos feridos corre risco de vida afirmou o ministro da Energia.
Numa altura em que os primeiros ataques ao Irão estão quase a fazer um mês, multiplicam-se também os ataques iranianos aos países vizinhos. Jorge Botelho Moniz explica que as capacidades de resposta são “relativamente limitadas" e que dependem dos EUA.
Portugal subscreveu um texto onde 30 países afirmam estar prontos para "contribuir para os esforços destinados a garantir a passagem segura" pelo Estreito de Ormuz.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, acusou o Irão de atingir a unidade de gás natural liquefeito de Ras Laffan, classificando o ataque como uma “política agressiva e irresponsável”.
Duas refinarias de petróleo do Kuwait foram igualmente atingidas por ataques de drones, provocando incêndios, segundo as autoridades.
Os ataques ao complexo industrial de Ras Laffan, no Qatar, já fizeram disparar os preços do gás natural. O jornalista do Negócios João Maria Fernandes explica que complexo é este e o que está em causa.
A companhia energética pública do Qatar anunciou que novos ataques de mísseis iranianos causaram "danos consideráveis" no complexo de gás de Ras Laffan.
Contrato de futuros holandês TTF, considerado a referência europeia, subiu 28,06% para 70 euros por megawatt-hora.
Incidentes não causaram feridos.