
Catarina Sanches absolvida do crime de homicídio do rapper Mota Jr
Não ficou provado que a jovem agiu em prévio acordo com os homicidas para tirar a vida ao artista.
Não ficou provado que a jovem agiu em prévio acordo com os homicidas para tirar a vida ao artista.
O tribunal confirmou as penas de 23 anos aplicadas na primeira instância aos três arguidos acusados do homicídio do rapper, ao indeferir todos os recursos apresentados pelas defesas.
João Pedro Luizo, Édi Barreiros e Fábio Martins foram condenados a penas de 23 anos de prisão, em cúmulo jurídico, pelos crimes de homicídio qualificado, roubo agravado, sequestro, profanação de cadáver e furto qualificado.
Acusação defende que os três principais suspeitos, Edi Barreiros, João Luizo e Fábio Martins, se mantenham em prisão preventiva, enquanto Catarina Sanches fique em domiciliária.
A detenção do suspeito, de 26 anos, foi realizada pela Polícia Judiciária na quarta-feira.
A Polícia Judiciária deteve um homem de 26 anos, suspeito de estar envolvido na morte do rapper Mota Jr, em março desde ano. Além deste homem, na mesma operação foi detido um outro suspeito, que não está ligado ao crime do rapper.
João Luizo tem 26 anos e foi detido em Manchester.
João Luzio foi detido em Manchester e aguarda extradição para Portugal.
A equipa da Esquadra de Investigação Criminal da PSP estava monitorizar um grupo de 40 pessoas quando o acidente com o veículo descaracterizado se deu. Condutor estava alcoolizado.
Edi Barreiros já era conhecido pela PSP.
Comparsa comprou bilhete para o mesmo voo mas não embarcou. Tem mandados de detenção e é procurado em Londres.
O suspeito do homicídio entrou em Portugal oriundo de Londres, no Reino Unido, para onde teria fugido após o crime.
Vítima raptada à porta de casa e colocado na viatura, sendo deixado no local, em Sesimbra, onde o corpo foi encontrado dois meses depois.
A Polícia Judiciária lançou uma caça ao homem em Inglaterra, onde dois dos três suspeitos foram localizados.
Jovem não escondia as zangas que tinha com outros artistas. Era através da música que enviavam "recados" uns aos outros.
Rapper estava acompanhado de uma amiga, que fugiu do local, apanhou um uber para casa e não chamou a polícia. Interrogada pela PJ, não terá conseguido identificar os suspeitos do rapto e assassinato de David Mota.