Quem poderá suceder a Ali Khamenei na liderança do Irão? Os possíveis candidatos
Assassinato do líder supremo impôs aos clérigos iranianos a tarefa de escolherem o sucessor do homem que liderou o país por mais de quatro décadas.
Assassinato do líder supremo impôs aos clérigos iranianos a tarefa de escolherem o sucessor do homem que liderou o país por mais de quatro décadas.
Depois de uma tentativa de negociar uma desmantelação do programa nuclear iraniano com os EUA, Israel estará a preparar-se para atacar instalações de armamento de Teerão.
O líder do país do Médio Oriente diz que não vai pedir permissão a ninguém para enriquecer o urânio. Declarações surgem enquando decorrem rondas de negociações indiretas entre os Estados Unidos e o Irão sobre o seu projeto nuclear.
O fumo negro da vitória de Donald Trump, a saída empurrada de Joe Biden, Bibi-terminator ou a surpresa francesa desenhadas por Vasco Gargalo ao longo de 12 meses.
O moderado Pezeshkian sucede agora a Ebrahim Raisi, o ultraconservador iraniano que morreu numa queda de helicóptero em maio. É um defensor dos grupos étnicos minoritários do Irão, e pretende melhorar as ligações com o Ocidente.
A votação decorre no dia 5 de julho para substituir Ebrahim Raisi após a sua morte. Vai ser disputada entre o reformista Massoud Pezeshkian e o antigo membro da Guarda Revolucionária do Irão, Saeed Jalili.
Massoud Pezeshkian é um dos seis candidatos presidenciais aprovados pelo comité dos clérigos e parece ter despertado a atenção dos iranianos descrentes no regime. Os resultados das eleições só serão conhecidos no domingo.
Pouco mais de um mês depois do nascimento, eis um relatório minoritário sobre uma equipa também minoritária. É uma radiografia em cinco capítulos, que certamente agradará a gregos e troianos. Mas não ao cavalo destes.
Procurador temido, defensor da ordem e da religião, ganhou o apelido de Carniceiro de Teerão, foi presidente do Irão durante três anos e morreu no passado domingo num acidente de helicóptero.
A investigadora Farian Sabahi partilha com a SÁBADO que os candidatos dissidentes do regime vão ser afastados pelo Conselho dos Guardiães e alerta para a possibilidade de a repressão policial aumentar ainda mais.
O até agora primeiro vice-presidente terá de organizar as próximas eleições num prazo de 50 dias.
Ultraconservador iraniano intensificou a repressão contra os críticos do regime. A morte de Mahsa Amini levou às maiores manifestações dos últimos anos e na sequência da repressão mais de 500 manifestantes terão sido mortos pelas forças de segurança.
O helicóptero, onde seguia o presidente e o ministro dos Negócios Estrangeiros iranianos, despenhou-se no domingo, na zona de Kalibar e Warzghan, na província do Azerbaijão Oriental.
A decisão de Khamenei foi comunicada poucas horas depois de as equipas de socorro iranianas terem recuperado os restos mortais do Presidente, Ebrahim Raisi.
O helicóptero que transportava Raisi e Amir-Abdollahian despenhou-se na zona de Kalibar e Warzghan, na província do Azerbaijão Oriental, no noroeste do país.
Foram enviadas equipas para encontrar o helicóptero em que seguia Ebrahim Raisi.