Novo calendário de pagamento do IUC aprovado na generalidade por PSD, CDS-PP e Livre
O PS, o Chega, a IL, o PCP, o PAN, o BE e o JPP abstiveram-se.
O PS, o Chega, a IL, o PCP, o PAN, o BE e o JPP abstiveram-se.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
André Ventura considerou que as personalidades que têm manifestado apoio a António José Seguro não o fazem pelo candidato, mas para o tentar cancelar.
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
"No parlamento e no plano legislativo, não há uma dicotomia, não há dois campos, não há só uma oposição", afirmou.
Rui Moreira e de José Miguel Júdice garantiram apoio a António José Seguro na segunda volta das presidenciais.
Mesmo que objetivo não seja Belém, esta eleição pode ajudar o Chega a deixar de ser "partido de um homem só", segundo refere o politólogo José Adelino Maltez.
Para o sufrágio de hoje estavam inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.
Nas últimas eleições presidenciais, em 24 de janeiro de 2021, e à mesma hora, a afluência às urnas foi de 17,07%.
Em declarações aos jornalistas depois de depositar o seu voto, disse estar "muito confiante" e "muito bem-disposto".
"É um direito legítimo do PSD não o fazer, mas parece-me um pouco demissionista em relação ao futuro da política", afirmou.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP avisou que poderá não estar "todos os dias nos telejornais ou permanentemente nas redes sociais".
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
"Os portugueses que não querem nem um socialista, nem um populista no poder só têm uma hipótese nesta altura que sou eu", defendeu.