Ex-magnata pró-democracia Jimmy Lai vence recurso contra condenação em Hong Kong
A decisão representa uma vitória surpreendente para Lai, fundador do extinto jornal Apple Daily, atualmente com 78 anos.
A decisão representa uma vitória surpreendente para Lai, fundador do extinto jornal Apple Daily, atualmente com 78 anos.
Em dezembro o empresário de 78 anos já tinha sido condenado por conspiração.
Ex-magnata da imprensa pró-democracia de Hong Kong e crítico de Pequim foi condenado ao abrigo da lei de segurança nacional imposta pela China.
A justiça da região chinesa considerou hoje Jimmy Lai culpado do crime de "publicações sediciosas" relativas a 161 artigos, incluindo editoriais assinados com o seu nome no Apple Daily, jornal pró-democracia que fundou e atualmente está banido.
Várias regiões do país são controladas por guerrilheiros pró-democracia e grupos étnicos armados, que prometeram impedir a realização das eleições legislativas.
A Síria, governada pelo clã Assad há várias décadas, está sujeita a sanções internacionais desde 1979. Estas sanções foram reforçadas depois de o regime de Bashar al-Assad ter reprimido os protestos pró-democracia em 2011, que desencadearam a guerra.
Trata-se das primeiras legislativas na região após a exclusão, em 2021, de cinco listas e 21 candidatos, 15 dos quais pró-democracia.
Julgamento do empresário de comunicação social está previsto ser retomado a 20 de novembro. Lai cumpre atualmente uma pena de cinco anos e nove meses de prisão por duas acusações de fraude e também foi condenado a 20 meses de prisão por participar em protestos pró-democracia "não autorizados" em 2019 e 2020.
Tribunal condenou Shujun Wang por aparentar apoiar os esforços pró-democracia na China, apesar de informar o governo chinês sobre dissidentes.
Arrancou o julgamento do fundador do jornal pró-democracia de Hong Kong. Lai, de 76 anos, é acusado de sedição e "conluio com forças estrangeiras".
Os livros em questão faziam referência a eventos reais passados em Hong Kong, incluindo os protestos em massa pró-democracia.
Pela primeira vez em mais de 50 anos, o território não irá exibir a entrega de prémios de cinema, para o qual está nomeada a curta-metragem "Do Not Split", sobre os protestos pró-democracia no país, e que valeu a censura do governo chinês.
China aprovou esta quinta-feira a proposta de reforma eleitoral para reforçar a presença de Pequim na cidade semiautónoma e restringir a oposição pró-democracia.
Joshua Wong, uma das caras mais conhecidas dos protestos pró-democracia em Hong Kong, foi condenado a 13 meses e meio de prisão, e Agnes Chow e Ivan Lam a 10 e a sete meses, respetivamente.
Decisão acontece após Pequim ter aprovado uma resolução que permite ao executivo do território depor os eleitos do cargo, caso constituam uma ameaça para a segurança nacional.
Há quatro meses que a Tailândia assiste a manifestações pró-democracia. Numa rara entrevista, o rei escusou-se a comentar os protestos que pedem reformas no país, para a seguir acrescentar: "Amamos todos por igual".