Trump e a guerra entre duas motivações extremas
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
Quando as equipas do Fundo das Nações Unidas para a População chegaram com clínicas móveis e serviços de proteção, Amina disse a uma das nossas parteiras: “Pensei que o mundo se tinha esquecido de nós.”
Quanto maior a ligação emocional, maior tende a ser o contacto visual, por isso é que pessoas apaixonadas se olham durante mais tempo, seguidas por familiares, amigos e, por fim, os conhecidos.
Desde 14 de fevereiro, o financiamento do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS), responsável pelos controlos de segurança nos aeroportos, está congelado devido ao desacordo entre democratas e republicanos no Congresso sobre as práticas da polícia de imigração.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
O Líbano foi arrastado para a guerra no Médio Oriente quando o Hezbollah atacou Israel para vingar o assassinato do guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, morto a 28 de fevereiro.
Donald Trump afirma ser o grande vencedor, mas a Rússia e a China podem até tirar mais partido do conflito.
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou, esta sexta-feira, que o grupo está preparado para um confronto prolongado com Israel, garantindo que o movimento não recuará apesar dos ataques israelitas no Líbano.
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
4.486.000,00 EUR (quatro milhões, quatrocentos e oitenta e seis mil euros), acrescido de IVA
O Departamento do Tesouro emitiu uma licença que autoriza a venda, até 11 de abril, de petróleo bruto e derivados russos.
O novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, disse hoje que o encerramento do estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio marítimo de hidrocarbonetos, deverá ser prolongado.
A ex-deputada da PCP liderava a direção do museu desde 2020. "Foram quase seis anos de árduo trabalho de que me orgulho", diz.
Remetem para experiências recentes e para a preparação face à instabilidade.
No final do encontro, o presidente do fórum informal dos ministros garantiu aos jornalistas que o organismo está "a acompanhar de perto as reações dos mercados aos desenvolvimentos no Médio Oriente, que dominam atualmente as manchetes internacionais".
Quando o desequilíbrio aparece nas contas públicas, surge então a inevitável expectativa de que o Estado central venha resolver o problema.