Justiça dos EUA acredita que suspeito de matar físico português planeou ataque durante meses
Cláudio Neves Valente matou o professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Nuno Loureiro na sua casa em Brookline, subúrbio de Boston.
Cláudio Neves Valente matou o professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Nuno Loureiro na sua casa em Brookline, subúrbio de Boston.
Empregado terá avisado a segurança de que havia um suspeito nos corredores, mas a denúncia foi ignorada. Universidade diz agora que vai instalar mais câmaras de vigilância.
Suspeito é um português que estudou na mesma universidade que o cientista Nuno Loureiro.
Cláudio Valente, de 48 anos, é suspeito do assassinato do professor do MIT Nuno Loureiro e de matar dois estudantes num tiroteio na Universidade de Brown, nos EUA. Foi encontrado morto esta quinta-feira.
Terá sido o responsável pela morte de dois estudantes em Brown e do homicídio de Nuno Loureiro. Foi encontrado morto pelas autoridades.
O atacante em Brown no sábado matou dois alunos e feriu outros nove numa sala de aula do edifício de engenharia da escola antes de conseguir fugir.
Pandemia de gripe do inicio do século XX matou 50 milhões de pessoas entre os 500 milhões de infetados. Em 1918, quem apostou primeiro no isolamento social cresceu mais depois da crise
Método foi testado em porcas e, através de uma bolsa dada pela Fundação Bill e Melinda Gates, será experimentada em humanos.
Cientistas cognitivos descobriram que depois dos 18 anos é impossível falar de maneira tão fluente um idioma como uma pessoa nativa desse país.
A imagem do gato começou com uma bola, passou para pólvora e terminou no cianeto, reproduzindo o estado de alma cada vez mais sombrio dos dois cientistas, perturbados pela ascensão nazi
Antigo economista-chefe do FMI defende que os contribuintes gregos, italianos e portugueses estão a enfrentar graves consequências por terem pedido créditos em excesso. "Mas os banqueiros não enfrentam quaisquer consequências, por mais pequenas que sejam, por terem concedido empréstimos a mais", considera Simon Johnson.
Antigo economista-chefe do FMI defende que os contribuintes gregos, italianos e portugueses estão a enfrentar graves consequências por terem pedido créditos em excesso. "Mas os banqueiros não enfrentam quaisquer consequências, por mais pequenas que sejam, por terem concedido empréstimos a mais", considera Simon Johnson.