Starmer chega a Xangai para reforçar oportunidades de negócios do Reino Unido
Starmer lidera uma delegação com mais de 50 empresários britânicos na sua visita oficial à China, a primeira realizada por um chefe de Governo do Reino Unido em oito anos.
Starmer lidera uma delegação com mais de 50 empresários britânicos na sua visita oficial à China, a primeira realizada por um chefe de Governo do Reino Unido em oito anos.
As declarações surgem depois de Xi Jinping ter recebido Keir Starmer em Pequim, e semanas após um encontro semelhante com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney.
Encontro irá ocorrer dentro de duas semanas.
Trump adiantou que vai falar ao telefone com o Presidente chinês, Xi Jinping, sobre o acordo na sexta-feira.
O Presidente da República Popular da China começou por dizer ser "um prazer" conhecer o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, vão representar o lado europeu na reunião de quinta-feira, que decorre num momento em que as divergências estruturais entre Bruxelas e Pequim se tornaram "incontornáveis".
O presidente norte-americano informou que vai trabalhar "em estreita colaboração" com Xi Jinping "para abrir a China ao comércio dos EUA".
As declarações de Trump surgem numa altura em que a imprensa norte-americana avança com a possibilidade de os dois líderes abordarem, por telefone, um acordo final que atenue as tensões comerciais.
Desde que o Presidente norte-americano Donald Trump iniciou a guerra comercial, no início de abril, os Estados Unidos impuseram tarifas de 145% sobre os produtos chineses, e o gigante asiático respondeu com taxas de até 125% sobre as importações norte-americanas.
Poucas horas depois anunciar um novo aumento proibitivo, para 125%, das tarifas aduaneiras norte-americanas sobre importações da China, Trump previu que "haverá um acordo com a China (...) e com todos" os países afetados.
Os dois líderes debateram temas como o comércio entre os dois países, a epidemia de fentanil nos Estados Unidos e a rede social TikTok, prestes a ser banida.
O regresso de Trump ao poder e a economia, bem como os conflitos na Ucrânia e Médio Oriente, irão marcar o ano de 2025 no país liderado por Xi Jinping.
Depois de décadas a controlar o crescimento da população, impondo a política do filho único, agora Pequim lança inúmeras iniciativas para incentivar as mulheres a terem filhos, sendo três o ideal.
Evento está marcado para junho na Suíça. "Por favor, mostrem a vossa liderança ao fazer avançar a paz - a paz real e não só uma pausa entre ataques", pede presidente da Ucrânia.
As ilhas artificiais do Mar do Sul da China configuram uma situação de Guerra Fria, em que cada um dos Estados envolvidos não quer ceder parte da sua soberania.
“Isto uma forma de Navalny. É uma forma de comunismo ou fascismo”, disse Donald Trump numa entrevista à Fox News, enquanto criticava uma multa de 355 milhões de dólares que lhe foi imputada.