Donald Trump rejeita oferta do Irão para reabrir Ormuz em sete dias
Poderá retomar os ataques após as eleições intercalares, segundo avançou o Wall Street Journal.
Poderá retomar os ataques após as eleições intercalares, segundo avançou o Wall Street Journal.
Líder do Conselho Europeu reuniu com o presidente iraniano, em Nova Iorque.
Proposta visa reiniciar as negociações entre para acabar definitivamente com as hostilidades.
O setor mais afetado foi a extração de petróleo bruto e gás natural.
O Presidente chinês declarou ainda que a guerra no Médio Oriente, desencadeada pelos ataques norte-americanos e israelitas contra o Irão no final de fevereiro, não serve os “interesses comuns”.
Massoud Pezeshkian acusou ainda os norte-americanos de terem atacado “escolas, hospitais e infraestruturas”, “violando todas as regras”, e afirmou que Washington é “odiado em todo o mundo”.
Ferido durante os ataques, que também mataram vários oficiais iranianos, Mojtaba Khamenei tem comunicado desde a sua nomeação apenas através de declarações que lhe são atribuídas.
O Comando Central dos EUA confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
O presidente norte-americano apelou a que o Irão impedisse o Hezbollah de "causar problemas" no Líbano.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
“Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]”, disse o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai.
Estreito está praticamente bloqueado desde o início do conflito com os Estados Unidos e Israel, a 28 de fevereiro
Os Estados Unidos e o Irão estão num processo de diálogo mediado pelo Paquistão, embora as divergências entre as suas posições tenham impedido, até ao momento, um segundo encontro em Islamabad, cidade que acolheu a primeira reunião presencial após o acordo de cessar-fogo assinado em 08 de abril, posteriormente prorrogado indefinidamente por Trump.
Teerão apresentou uma contraproposta que não agradou o presidente norte-americano.