Portugal com maior subida nos preços das casas no segundo trimestre na UE
Segundo dados do Eurostat.
Segundo dados do Eurostat.
De acordo com o serviço estatístico europeu, na comparação com o trimestre anterior, os preços das casas aumentaram 4,0% na área do euro e 4,7% na União Europeia (UE) entre janeiro e março.
Das 70 cidades analisadas, 49 registaram descidas nos preços das casas novas, contra 47 em julho, enquanto 15 apresentaram subidas.
O estudo conclui que em Portugal as expectativas dos consumidores sobre os preços de habitação nos próximos 12 meses "evidenciam uma evolução crescente e níveis persistentemente superiores aos da área do euro".
Dados do Eurostat dão conta de que os maiores aumentos anuais foram registados na Hungria (+21,2%).
Dados indicam que mais construção não implica preços mais baixos, pelo contrário.
Segundo o INE, os preços das casas existentes subiram 18,3% e das habitações novas 14,5% entre abril e junho.
A fadista de 40 anos preocupa-se com a falta de apoios à cultura, a escalada de preços das casas e a fome em Gaza. Prepara-se para subir ao palco do Tivoli BBVA a 16 de setembro, com Pontas Soltas. Veja o vídeo.
Em comparação com o quarto trimestre de 2024, os preços diminuíram em quatro Estados-membros e aumentaram em 22 Estados-Membros.
De acordo com o governante, a oferta de habitação é limitada e, devido à escassa construção, os preços das casas aumentaram significativamente.
Agência de notação financeira alerta para aumento da procura causado por medidas do Governo para facilitar acesso ao mercado.
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A coordenadora do Bloco de Esquerda afirmou que o Governo não é capaz de defender as pessoas que necessitam da descida dos preços das casas.
Em 17 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, os preços já tiveram um abrandamento.
"A nossa recomendação, para Portugal, é a de criar uma 'almofada' para o risco sistémico setorial dos bancos, para que eles possam assegurar algum capital para lidar com as famílias quando estão a entrar numa situação de perigo", sublinhou Alfred Kammer.
No caso das casas mais baratas, a lei catalã, que entrou em vigor em setembro de 2020, "atuou em sentido contrário ao procurado", conclui um estudo da escola de negócios ESADE Business School, com sede em Barcelona.