A nomeação do PGR
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo
Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.
André Ventura insistiu, tal como no debate de quarta-feira, numa reflexão sobre a nomeação de vários altos cargos do Estado, nomeadamente a PGR.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Assumindo que é uma "produção ambiciosa", cujo orçamento vai rondar os 600 mil euros, o diretor geral da UAU assumiu o objetivo de atingir um público acima das 50 mil pessoas.
Processo levou à queda do Governo Regional, em 2024.
Procuradoria explica que as vítimas começam por receber uma mensagem referente a uma suposta multa de estacionamento, que aumentará caso não seja paga até um determinado número de dias.
O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ) que foi acionada depois de a PSP ter sido chamada ao local pelas 2h30.
Em causa estão averiguações preventivas como aquelas de que foram alvo, em 2025, Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos.
A ideia semi-conspirativa de que “isto aparece agora” porque há uma corrida eleitoral é uma ironia auto-infligida.
Além dos casos que estão em inquérito, houve dezenas de adjudicações a empresas que tinham os mesmos sócios, como se fossem concorrentes. Gouveia e Melo nega ter tido conhecimento de quem eram os donos
O candidato do Chega considerou importante que se saiba, no caso de uma investigação criminal, qual a sua conclusão.
O Ministério Público (MP) de Almada está a investigar ajustes diretos autorizados por Henrique Gouveia e Melo enquanto comandante Naval da Marinha entre 2017 e 2020, depois da SÁBADO ter noticiado esta investigação o MP garantiu que está perto do fim e que Gouveia e Melo não é arguido. O jornalista Carlos Rodrigues Lima lembrou que pediu esclarecimentos, mas não obteve resposta sobre este assunto.
Na sequência da notícia avançada em exclusivo pela SÁBADO.
Foi a transparência forçada, que Montenegro não quis, que lhe permitiu (talvez com propósito?) reforçar-se em eleições e ainda vir agora armar-se em vítima – por isso não vale a pena vir queixar-se num tom que teve mais de emotivo do que de racional
Tribunal ordenou que o Chega retire os cartazes alusivos à comunidade cigana. Decisão não agradou André Ventura,