Catarina Castro está a ser investigada por burla e abuso de confiança na sequência de uma denúncia por alegadamente se apropriar dos investimentos de vários clientes. É analista na SIC sobre temas económicos e financeiros e integrava até há pouco o Conselho Consultivo do Banco de Fomento.
"Fomos abordados por várias vezes pela drª Catarina Castro, nem queríamos fazer aquele investimentos. Mas houve bastante insistência. Além do mais, ela apresentava-se como agente vinculada do Banco Best para gestão de poupanças, enfim... cada um pôs cerca de 50 mil euros e tínhamos acompanhamento da empresa dela, a Great Search. Foi ela a dar todas as indicações: abrem conta aqui no Banco Best, explicam que será gerida por um agente vinculado do banco, e pronto” - Humberto Jardim, empresário madeirense do setor do vinho, explica o início do processo que a levou a apresentar queixa-crime por burla e abuso de confiança contra Catarina Castro, então membro do Conselho Consultivo do Banco de Fomento, comentadora na SIC sobre temas económico-financeiros e analista de mercados. Os outros queixosos são Sérgio Marques, ex-eurodeputado pelo PSD e ex-secretário regional no Governo Regional da Madeira, para os Assuntos Parlamentares e Europeus, e Sandro Freitas, fisioterapeuta e dono de uma clínica do ramo no Funchal. A queixa teve seguimento. A PGR confirmou à SÁBADO que “confirma-se a existência de inquérito” e o “este encontra-se em investigação, sendo o Ministério Público coadjuvado pela Polícia Judiciária”.
Catarina Castro. Do Banco de Fomento para o do tribunal?
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