Zelensky deixa críticas à NATO. "A Europa adora discutir o futuro, mas evita agir"
Presidente ucraniano falava no Fórum Económico Mundial, em Davos.
Presidente ucraniano falava no Fórum Económico Mundial, em Davos.
A publicação, partilhada na plataforma Truth Social, é feita após os ataques americanos ao país da América Latina e a captura de Nicolás Maduro.
As forças norte-americanas abordaram, esta sexta-feira, mais um petroleiro venezuelano no mar das Caraíbas. O governo Trump tem como alvo petroleiros sujeitos a sanções que viajam de e para a Venezuela.
Plano norte-americano implica, numa primeira fase, a refinação e a venda do petróleo venezuelano, seguindo-se a abertura às petrolíferas dos EUA e de outros países. Transição do regime é última etapa.
Francisco Pereira Coutinho, especialista em direito internacional, questiona a legalidade do ataque, uma vez que “não houve sequer uma tentativa de o justificar".
A frota permite que a Rússia exporte petróleo acima dos tetos estabelecidos pelos países dos G7.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.
A tensão entre Caracas e Washington aumentou depois de Trump ter anunciado a proibição da entrada e saída de todos os petroleiros sancionados da Venezuela e a apreensão de dois navios que transportavam crude venezuelano nas últimas semanas.
A confirmar-se este ataque, seria a primeira vez que os EUA atacam solo venezuelano depois do presidente norte-americano antecipar operações no terreno.
As declarações surgem na sequência de uma sessão do Conselho de Segurança convocada a pedido de Caracas, na qual Rússia e China criticaram as ações dos Estados Unidos.
A responsável pela Segurança Nacional dos Estados Unidos insistiu que o Governo de Maduro "usa os dólares" do negócio do petróleo para propagar drogas que "estão a matar a próxima geração de americanos".
Desde agosto, os Estados Unidos mantêm um grande contingente militar no âmbito de uma campanha declarada como antidrogas ilícitas, na qual destruíram cerca de 30 embarcações alegadamente envolvidas no narcotráfico e mataram mais de uma centena de tripulantes.
O Irão já ofereceu à Venezuela a sua cooperação "em todas as áreas" para combater a "pirataria e o terrorismo internacional" perpetrados pelos EUA.
A administração do Presidente Donald Trump já tinha apreendido uma embarcação na semana passada, que tinha partido do país sul-americano, e confiscou o crude que transportava.
O líder argentino referiu-se ao homólogo venezuelano como narcoterrorista e autoritário, reforçando o seu apoio ao grande destacamento naval dos Estados Unidos em águas das Caraíbas desde setembro.
O portal Axios sublinhou que o Governo do Presidente norte-americano, Donald Trump planeia confiscar estes petroleiros caso entrem em águas internacionais.