Tudo o que os americanos detestam
De Gaulle era senhor de uma visão ampla, por muito equivocada que fosse, das grandes linhas de força da política internacional do seu tempo.
De Gaulle era senhor de uma visão ampla, por muito equivocada que fosse, das grandes linhas de força da política internacional do seu tempo.
Vestiu-se de Oscar Wilde, aprendeu grego à hora de almoço e tem uma rotina: escreve, nada e volta a escrever. Aos 76 anos, recebeu o Nobel enquanto ouvia o vento na Islândia.
Há um regresso de um fenómeno literário, há estreias, há romances duros e thrillers com doses homeopáticas de suspense e há até um livro de poesia que nos ensina a olhar para as plantas - o que une todas estas sugestões não é só ainda cheirarem a tinta fresca; é que cheiram a outono. Ora leia.
Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.
O novo filme de Alejandro Iñarritu pretende ser uma sátira feroz à ganância e ao presente, aliado a uma mansagem sobre os perigos das alterações climáticas. O resultado, porém, é um filme oco.
Até os psicólogos aprovam: os assuntos pesados ficam mais leves com mensagens simples e ilustrações apelativas. E as histórias para os mais pequenos também resultam com adultos.
A Netflix tem vindo a apostar em adaptações de clássicos literários. Dia 1 de outubro estreia uma minissérie que parte de um romance canónico dos EUA. Eis o que pode esperar.
O novo filme de David Ayer, "Heart of the Beast - Heróis Inseparáveis", tem dois grandes protagonistas (apenas um dos quais humano) e é uma história comovente e bem contada que pede lenços no bolso.
A escolha de casting da nova adaptação do clássico infantil já causou polémica porque Gerwig escolheu Meryl Streep para dar voz a Aslan.
Até hoje inédita em formato integral, a entrevista aconteceu em casa do músico, há três anos, a propósito da edição do último álbum de originais editado por Palma em vida.
Vencedora do Festival da Canção 2024 , Iolanda estreia-se nos discos com Quebranto, música para espantar o mau-olhado que tem apresentado um pouco por todo o País.
Entretidos com o fumo e o fogo, os funcionários não deram pela entrada triunfal de mais um cliente
Caímos na era dos múltiplos riscos. Têm origens diferentes, mas entrecruzam-se e, ocorrendo no mesmo momento histórico, provocam efeitos cumulativos. Para lá da vulnerabilidade política (desastre Trump, incerteza europeia) e da ameaça bélica (passada russa a Leste, instabilidade no Médio Oriente), há também a emergência climática (verão mais quente e mortífero de sempre na Europa) e a vertigem tecnológica (alertas sobre possível "desalinhamento" na IA).
Foi muito mais do que "A Gente Vai Continuar", "Bairro do Amor", "Frágil" ou "Encosta-te a Mim", o inesperado êxito tardio. Eis uma viagem pela carreira de Jorge Palma em 16 canções.
"As Novas Desventuras de Cliff Booth" volta a colocar Brad Pitt no papel de um duplo em Los Angeles e passa-se oito anos depois de "Era uma Vez em... Hollywood". Estreia em IMAX em novembro.
O novo filme do cineasta espanhol é um regresso às "longas" em castelhano, mas é mais do que isso: é também uma auto-metaficção de complexa estrutura narrativa. Estreia 5.ª, 24.