Sábado – Pense por si

Fenómeno de “turismo de  saúde” acontece sobretudo em Lisboa
Rita Rato Nunes

Turismo de saúde: os casos mais flagrantes de quem viaja só para usar o SNS

Há mulheres que saem do avião para a sala de partos. Há quem telefone do aeroporto para a linha SNS24 para entrar numa urgência. E quem alugue quartos perto de um hospital para ser operado onde “não se paga”. Ninguém sabe exatamente quantos são e onde se encontram. Deixam dívidas.

Os líderes (esquerda para a direita) Rhun ap Iorwerth (País de Gales), John Swinney (Escócia), Mary Lou McDonald (líder da oposição na República da Irlanda) e Michelle O'Neill (Irlanda do Norte)
Francisco Máximo Gaié

Assim se desfaz o Reino Unido?

Descontentes com as “algemas” inglesas, líderes da Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales uniram -se para exigir o direito de decidir a saída. Falta depois convencer o povo.

Elevador da Glória, um ano depois da tragédia
Raquel Lito

Elevador da Glória: um ano depois da tragédia, subir a calçada "é muito cansativo"

Os moradores queixam-se da dificuldade de fazer, a pé, 260 metros de subida. Os turistas fotografam os vestígios de um memorial às vítimas, improvisado nas janelas onde se deu o embate. Os restaurantes notam a quebra e os tuk tuk esperam cada vez mais tempo por clientes. Retrato daquilo a que um guia turístico chamou de "linha fantasma". Veja o vídeo.

Há várias empresas - britânicas, suíças, americanas e israelitas, por exemplo - especializadas em cobrar dívidas médicas
Ana Taborda

Os caçadores de dívidas médicas

Quando o turista não paga a conta do hospital, há empresas que vão atrás do incumpridor - e do pagamento - em mais de 100 países. Uma delas, britânica, é especializada em faturas de dentistas. Portugal ainda não sabe quanto devem os estrangeiros.

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