Delcy Rodríguez alega sabotagem ao sistema elétrico após acordos petrolíferos
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.
Departamento de Defesa norte-americano ficará com 35% da empresa-mãe.
Para a oposição venezuelana, o regresso à democracia do país sul-americano passa pela reconstrução das instituições, entre as quais a petrolífera estatal.
A medida estipula que a Rede de Combate aos Crimes Financeiros (FinCEN) não tomará medidas coercivas contra as entidades financeiras que prestem serviços autorizados na Venezuela, país sob sanções pelo menos até 29 de janeiro de 2027.
O ex-banqueiro e oito outros arguidos foram absolvidos esta segunda-feira.
O país enfrenta uma grave crise energética após o corte do petróleo venezuelano, agravando apagões e queda no turismo.
Os contratos serão regidos pelas leis norte-americanas e os pagamentos feitos através de contas aprovadas pelo Tesouro dos Estados Unidos.
O governo da Venezuela aprovou a revisão da Lei Orgânica dos Hidrocarbonetos, abrindo o setor petrolífero do país à iniciativa privada.
Delcy Rodriguez solicitou ao presidente da Assembleia Nacional do Parlamento uma reunião com as diferentes fações políticas, afirmando querer um diálogo com "resultados concretos e imediatos".
Após a captura do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro.
A Rússia fornecia armas à Venezuela em troca de petróleo e a China era a principal consumidora. Agora, com a invasão norte-americana, os rivais de Trump estão impedidos de acederam às maiores reservas petrolíferas do mundo.
Presidente dos EUA afirmou ainda que o país vai apoderar-se do petróleo dos navios apreendidos nas últimas semanas.
A responsável pela Segurança Nacional dos Estados Unidos insistiu que o Governo de Maduro "usa os dólares" do negócio do petróleo para propagar drogas que "estão a matar a próxima geração de americanos".
Desde agosto, os Estados Unidos mantêm um grande contingente militar no âmbito de uma campanha declarada como antidrogas ilícitas, na qual destruíram cerca de 30 embarcações alegadamente envolvidas no narcotráfico e mataram mais de uma centena de tripulantes.
Pedido surge depois de os Estados Unidos terem intercetado o navio petroleiro Skipper, devido às suas ligações anteriores com o contrabando de petróleo iraniano.