Trump afirma que Venezuela "apenas" comprará produtos americanos com receitas do petróleo
Após a captura do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro.
Após a captura do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro.
A Rússia fornecia armas à Venezuela em troca de petróleo e a China era a principal consumidora. Agora, com a invasão norte-americana, os rivais de Trump estão impedidos de acederam às maiores reservas petrolíferas do mundo.
Presidente dos EUA afirmou ainda que o país vai apoderar-se do petróleo dos navios apreendidos nas últimas semanas.
A responsável pela Segurança Nacional dos Estados Unidos insistiu que o Governo de Maduro "usa os dólares" do negócio do petróleo para propagar drogas que "estão a matar a próxima geração de americanos".
Desde agosto, os Estados Unidos mantêm um grande contingente militar no âmbito de uma campanha declarada como antidrogas ilícitas, na qual destruíram cerca de 30 embarcações alegadamente envolvidas no narcotráfico e mataram mais de uma centena de tripulantes.
Pedido surge depois de os Estados Unidos terem intercetado o navio petroleiro Skipper, devido às suas ligações anteriores com o contrabando de petróleo iraniano.
O antigo administrador do BESI afirmou que Ricardo Salgado lhe ofereceu mais capital para o seu banco em troca de Ricciardi não levantar tantas ondas sobre a situação do BES.
O ex-banqueiro foi pronunciado por corrupção ativa relacionada com ex-responsáveis do Banco do Brasil.
As eleições presidenciais da Venezuela realizam-se a 28 de julho. Líder da oposição escolheu novo candidato - e aparece mais nas ações de campanha do que ele.
Venceu as eleições primárias com uma larga maioria e promete combater o presidente venezuelano e levá-lo à justiça. Mas nada garante que possa sequer candidatar-se às eleições.
O Governo venezuelano anunciou que a Justiça portuguesa tinha decidido o desbloqueio de mais de 1.350 milhões de euros que estavam retidos em Portugal em contas de instituições e empresas venezuelanas no Novo Banco.
A oposição venezuelana já reagiu ao anúncio, insistindo que a Venezuela não terá acesso a esses fundos, devido a sanções internacionais impostas pelos EUA.
Estas medidas surgem no seguimento de uma demonstração de abertura por parte de Maduro, após uma reunião, em março, com representantes do governo do presidente Joe Biden.
Ministério Público quebrou os segredos de dezenas de offshores, de testas de ferro e até de nomes de código como “Mr. Z”, “Grande” e “Barril”. E descobriu 19 altos responsáveis venezuelanos a quem o BES/GES terá pago luvas de quase 150 milhões de euros.
Oito contestaram o despedimento coletivo de 607 trabalhadores nos anos da troika. Antes, assistiram a erros de gestão que desmantelaram a empresa.
Segundo o DCIAP, em causa estarão crimes de corrupção ativa com prejuízo do comércio internacional, branqueamento, corrupção passiva no setor privado e falsificação de documento que começaram há uma década (2011/2012) e se prolongaram até junho de 2014.