ONU insta junta na Guiné-Bissau a acabar com detenções arbitrárias e a libertar detidos
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado militar de 26 de novembro foram libertados na terça-feira. ONU diz que "é preciso fazer mais".
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado militar de 26 de novembro foram libertados na terça-feira. ONU diz que "é preciso fazer mais".
Em causa está o golpe de estado ocorrido a 26 de novembro de 2025.
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos expressa também preocupação "com relatos de que as forças de segurança usaram força desnecessária ou desproporcional, incluindo munição real, para dispersar manifestantes pacíficos após o golpe na capital, Bissau".
Um grupo de militares anunciou na quarta-feira ter tomado o poder na Guiné-Bissau e ter destituído o Presidente, Umaro Sissoco Embaló, que viajou entretanto para o Senegal.
Por determinação do Alto Comando Militar, que tomou o poder no país esta semana.
Militares tomaram o poder e suspenderam as eleições pouco antes da proclamação dos resultados.
Grupo anunciou também o fim do recolher obrigatório a partir desta sexta-feira.
Militares tomaram o poder quarta-feira e suspenderam todos os meios de comunicação social, violando assim o direito à informação.
Informação está a ser veiculada nas redes sociais de meios de comunicação guineenses.
Filho de um guerrilheiro e de uma vendedora de peixe, Bruma veio da Guiné-Bissau aos 12 anos para tentar a sorte no Benfica. Destacou-se no Sporting, mas acabou por sair em litígio do seu clube do coração. Desde que regressou a Portugal, vive o melhor momento da carreira.
Esteve com o líder russo, no Kremlin, e com Zelensky, em Kiev. Acusado de ofuscar a democracia, tenta reverter a imagem que o mundo tem da Guiné-Bissau: a de uma das portas de entrada da droga sul-americana no continente em direção à Europa.
É o segundo caso de suspeita de tráfico de droga por parte de individualidades guineenses detidas no aeroporto de Lisboa nas últimas semanas.
A guerra colonial terminou com a revolução, como acabaram de facto, mesmo sem decreto, a censura, a PIDE/DGS, os tribunais plenários ou a Ação Nacional Popular. Os incidentes que ocorreram depois foram consequência não da guerra mas da opção do regime de Salazar e de Marcelo Caetano em manter um domínio colonial contra as circunstâncias determinantes dos tempos da História.
36 pessoas morreram no campo de concentração. A maioria, 32, eram portugueses que contestavam o regime fascista.
Não era a primeira vez e não seria seguramente a última que a vizinha ia à vida dela e se esquecia de bater a porta.
Major da Força Aérea Portuguesa, piloto e prisioneiro de guerra na Guiné-Bissau durante mais de sete anos, foi uma das vozes dos combatentes da Guerra Colonial. Morreu a 8 de março.