Sábado – Pense por si

A rainha-mãe  D. Maria Pia  (segunda à dt.ª) num passeio de bicicleta em  Sintra, em 1898
Susana Lúcio

Sintra, o resort da família real

Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.

D. Luís I reinou Portugal de 1861 a 1889. Assinou o decreto que tornou as praias públicas
Francisco Máximo Gaié

O rei que deu praias a todos

D. Luís assinou o decreto que declarou públicos os areais portugueses, popularizou as idas ao mar dentro da alta sociedade e transformou Cascais num retiro real de veraneio.

Marco Alves

Almoços, suítes e viagens: as despesas de Basílio Horta

Depois de Isaltino Morais em Oeiras, estas são as contas de dez anos do autarca do PS de Sintra. Faturas mostram menos opulência (embora haja ostras, lagosta, champanhe e vodka), mas a mesma falta de informação sobre o motivo das refeições e quem esteve à mesa.

Rita Bertrand

Estremoz, cidade branca aos pés de um pulmão alentejano

Não fosse a serra d’Ossa e o verão seria sufocante nas terras circundantes. Delas, destaca-se a majestosa Estremoz, de património único, do mármore dos monumentos e ruas aos bonecos de barro e à gastronomia.

Raquel Lito

Uma cidade dentro de Almada: Alfeite faz 100 anos

Antes da implantação da República era o refúgio da família real. Em 1918, passou para a Junta Autónoma do Arsenal do Alfeite e em 1958 a base naval. O porto seguro da Marinha tem várias histórias. Sabe de onde vem a expressão nas sete quintas?

Inês Mendes Oliveira

Os aromas centenários do Brasil chegaram a Lisboa

A Granado, marca brasileira fundada por um português, acabou de inaugurar o seu primeiro espaço em Portugal. O GPS foi conhecer a história por trás do sucesso desta marca centenária

Susana Lúcio

Como era a vida dos escravos em Portugal

O historiador Arlindo Manuel Caldeira passou dois anos na Torre do Tombo a investigar o quotidiano dos milhares de escravos que foram trazidos para Portugal a partir do século XV. Conheça algumas histórias

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