Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Segundo a RTP foi vítima de Gripe A. Tinha 86 anos.
Lembrando a sua ousadia e pioneirismo na comunicação social livre, Cavaco Silva sublinha que Pinto Balsemão foi "também um empresário fundamental para a liberdade de imprensa no País, enquanto fundador do Expresso e da SIC".
Borges Coelho morreu numa unidade de saúde de apoio onde estava a ser acompanhado, na sequência de uma infeção respiratória.
Há corrida para Belém? Então, há chatices no largo do Rato (a não ser que o candidato esteja à procura da reeleição). Por causa das Presidenciais, suspendeu-se o pai fundador, criaram-se fações num sótão e estragaram-se belas amizades.
Antes de entrar no carro oficial de regresso a França, Macron dirigiu-se novamente às centenas de pessoas que o aguardavam no exterior do Palácio da Bolsa e, durante cerca de 15 minutos, distribuiu cumprimentos.
No encontro que teve com Macron no Palácio de Belém, o Presidente da República condecorou também a primeira-dama francesa igualmente presente nesse encontro,
Quais os próximos passos para este diploma? Ainda vai a tempo das próximas autárquicas? Como reagiram os partidos e as autarquias?
Aga Khan, cuja cidadania portuguesa lhe foi atribuída em 2019, foi considerado um dos homens mais ricos do mundo. Era líder dos muçulmanos xiitas ismailis.
Escritora, jornalista e ativista, foi considerada pela BBC uma das 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo. A feminista de pensamento revolucionário morreu nesta terça-feira. Era a última sobrevivente das ousadas "Três Marias".
Em dezembro, Maria Teresa Horta foi incluída numa lista elaborada pela estação pública britânica BBC de 100 mulheres mais influentes e inspiradoras de todo o mundo, que incluía artistas, ativistas, advogadas ou cientistas.
Participou ativamente no 25 de Abril de 1974 e na redação do Programa do Movimento das Forças Armadas, sendo considerado o mais importante membro do MFA dentro da Marinha.
Charais colaborou na redação do programa do Movimento das Forças Armadas e, entre 1974 e 1982, integrou a Comissão Coordenadora do MFA, Conselho de Estado e Conselho de Revolução.
As insígnias foram atribuídas ao presidente da Associação 25 de Abril, coronel Vasco Lourenço, durante um jantar com cerca de um milhar de pessoas que decorre na Estufa Fria.
As 33 condecorações foram divulgadas esta quarta-feira na página oficial da Presidência da República, no dia em que o jornal Público noticiou que "Marcelo condecorou António de Spínola às escondidas", sem nenhuma nota a dar conta dessa condecoração.
A condecoração póstuma de António de Spínola com o Grande Colar da Ordem da Liberdade, a mais alta insígnia da Liberdade, foi feita a 5 de julho de 2023.