Informação, milagres e megadólares
Fica, então, a proposta. Duas notas: uma, o Megadólar, para os bilionários que têm metade do mundo, metade do dinheiro do mundo – e o dólar normal para os restantes humanos.
Fica, então, a proposta. Duas notas: uma, o Megadólar, para os bilionários que têm metade do mundo, metade do dinheiro do mundo – e o dólar normal para os restantes humanos.
Especialistas apontam que não basta aumentar salários, ou o setor público correrá sempre atrás do privado. Reformas antecipadas? Só daqui a dez anos. PPP na saúde? Sim, sob controlo apertado.
Iniciativas pela defesa dos salários e famílias, à cabeça, mas também a luta pelo ambiente e pela paz. Um campanha para aumentar as vendas do Avante!, angariar novos militantes e "desenvolver a ligação e o trabalho com outros democratas e patriotas" fora do partido.
Marta Temido esteve várias vezes na berlinda pelo que disse. Na segunda-feira à noite decidiu bater com a porta, acusando o cansaço das polémicas e dos problemas no SNS.
O caos nas urgências de obstetrícia não sai das notícias. Mas o problema nem é novo nem se prevê que fique resolvido já. A SÁBADO foi falar com especialistas para perceber as causas e as soluções possíveis para os dramas do Serviço Nacional de Saúde.
Quais são os piores cartazes? Quase todos, piores graficamente, sem imaginação e sem conteúdo, e alguns piores politicamente como os dessa gigante da presunção que é a candidata do PSD da Amadora.
A proposta da Ordem tem recolhido várias críticas e foi apelidada de corporativista, por impedir a entrada de novos profissionais. Antigo bastonário classifica proposta como inconsequente.
A Plataforma considerando que houve "pressão política" e que pode ficar ameaçada a qualidade da formação médica e os cuidados de saúde à população.
Manuel Heitor admitiu que decisão de manter abertas 215 vagas demonstra que as universidades não querem abrir a oferta e que está na altura de disponibilizar o ensino desta área noutras instituições, públicas ou privadas.
Despacho das regras para a fixação de vagas no Ensino Superior para o próximo ano letivo determina que as instituições podem aumentar o número de vagas nos cursos de Medicina, incluindo nas regiões de Lisboa e Porto.
No ano letivo anterior, os cursos de Medicina ficaram excluídos das novas regras de abertura e fecho de vagas. Para 2020-2021, podem o número de vagas até 15% - e, no mínimo, têm de manter os mesmos lugares.
Conselho de Ministros aprovou lei para reforçar a "diversificação do acesso ao ensino superior" que permite aos alunos a ingressar sem realizar exames nacionais.
A Plataforma da Formação Médica em Portugal pretende debater e intervir no planeamento dos recursos humanos em Medicina, como os 'numerus clausus', o acesso à formação médica e também "os riscos de abertura de novos cursos de medicina".
O chefe do Governo não deu uma resposta direta nem a Cecília Meireles nem a Rui Rio, líder do PSD, que minutos antes colocara também a questão no debate quinzenal.
Programa eleitoral do partido permite a alunos excluídos pelos chamados "numerus clausus" pagarem uma universidade pública "a preços de mercado".
ANEM reagiu às declarações de Costa, que criticou o exercício dos poderes regulatórios de algumas ordens profissionais, em especial a dos Médicos, para restringir a concorrência e limitar o acesso à formação.