Começa hoje o julgamento de militares acusados de violação de segredo de Estado
O episódio em que os 13 militares recusaram fazer uma missão de acompanhamento de um navio russo, no arquipélago da Madeira, deu origem a dois processos.
O episódio em que os 13 militares recusaram fazer uma missão de acompanhamento de um navio russo, no arquipélago da Madeira, deu origem a dois processos.
O ministro da Energia russo referiu que a decisão foi tomada após uma reunião realizada em São Petersburgo com representantes cubanos.
Comissão Europeia a avisar que representa uma ameaça ambiental.
Navio está neste momento ao largo da Nazaré.
Dois dos navios são suspeitos de transportarem armas, enquanto um outro é capaz de destruir cabos submarinos. À SÁBADO a Marinha não esclareceu se houve um aumento no número de avistamentos.
"À primeira vista, é sedutor dizer que se quer um Presidente da República que vem de fora da política, mas eu chamo a atenção que pode ser um risco enorme e pode ser um perigo para a democracia", afirmou Marques Mendes, em entrevista ao podcast da Antena 1 "Política com Assinatura".
A Marinha participou a falha na missão à Polícia Judiciária Militar, em Lisboa, no âmbito de inquérito criminal, e instaurou processos disciplinares.
Marinheiros tinham sido condenados a penas de suspensão entre 10 e 90 dias.
O navio científico russo entrou no limite sudoeste das águas sobre jurisdição nacional na manhã de 19 de maio, tendo efetuado todo o seu trânsito até ao limite norte.
Os militares foram acusados pela Marinha de "desobediência a uma ordem" e de terem feito "sair determinado tipo de informação para uma associação militar".
A Ucrânia efetua frequentemente ataques na Crimeia, visando em particular as instalações militares russas.
Helena Carreiras respondia a Rodrigo Saraiva (IL), que requereu a audição da governante para debater a polémica com 13 militares da Marinha, que em março se recusaram embarcar para uma missão no navio 'Mondego', alegando falta de condições de segurança.
A polémica com o navio 'Mondego' remonta a março, depois de a Marinha ter falhado uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, após a recusa de 13 militares em embarcar, alegando falta de condições de segurança.
Depois dos recentes ataques de drones e mísseis em território russo e da anunciada contra-ofensiva ucraniana como ficam as forças no terreno? Irão os aliados ocidentais apoiar ataques ucranianos na Rússia? João Carlos Barradas explica como esse equilibrio será cada vez mais difícil.
Gouveia e Melo assegurou que "a Marinha não mente" e que "o último incidente não teve origem em problemas mecânicos ou da plataforma" estando a ser investigado.
Avaria levou a que o navio tivesse que abortar uma missão nas Ilhas Selvagens na semana passada, tendo sido rebocado para o porto do Caniçal.