Marinha está a monitorizar navio russo que navega há três dias pela costa portuguesa
Navio está neste momento ao largo da Nazaré.
Navio está neste momento ao largo da Nazaré.
Dois dos navios são suspeitos de transportarem armas, enquanto um outro é capaz de destruir cabos submarinos. À SÁBADO a Marinha não esclareceu se houve um aumento no número de avistamentos.
"À primeira vista, é sedutor dizer que se quer um Presidente da República que vem de fora da política, mas eu chamo a atenção que pode ser um risco enorme e pode ser um perigo para a democracia", afirmou Marques Mendes, em entrevista ao podcast da Antena 1 "Política com Assinatura".
A Marinha participou a falha na missão à Polícia Judiciária Militar, em Lisboa, no âmbito de inquérito criminal, e instaurou processos disciplinares.
Marinheiros tinham sido condenados a penas de suspensão entre 10 e 90 dias.
O navio científico russo entrou no limite sudoeste das águas sobre jurisdição nacional na manhã de 19 de maio, tendo efetuado todo o seu trânsito até ao limite norte.
Os militares foram acusados pela Marinha de "desobediência a uma ordem" e de terem feito "sair determinado tipo de informação para uma associação militar".
A Ucrânia efetua frequentemente ataques na Crimeia, visando em particular as instalações militares russas.
Helena Carreiras respondia a Rodrigo Saraiva (IL), que requereu a audição da governante para debater a polémica com 13 militares da Marinha, que em março se recusaram embarcar para uma missão no navio 'Mondego', alegando falta de condições de segurança.
A polémica com o navio 'Mondego' remonta a março, depois de a Marinha ter falhado uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, após a recusa de 13 militares em embarcar, alegando falta de condições de segurança.
Depois dos recentes ataques de drones e mísseis em território russo e da anunciada contra-ofensiva ucraniana como ficam as forças no terreno? Irão os aliados ocidentais apoiar ataques ucranianos na Rússia? João Carlos Barradas explica como esse equilibrio será cada vez mais difícil.
Gouveia e Melo assegurou que "a Marinha não mente" e que "o último incidente não teve origem em problemas mecânicos ou da plataforma" estando a ser investigado.
Avaria levou a que o navio tivesse que abortar uma missão nas Ilhas Selvagens na semana passada, tendo sido rebocado para o porto do Caniçal.
O navio da Marinha, recentemente envolvido numa polémica por 13 militares terem recusado cumprir uma missão, teve hoje de abortar uma tarefa de rendição dos agentes da Polícia Marítima e de elementos do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza nas Ilhas Selvagens, na Madeira, por motivos de "ordem técnica".
A newsletter de sexta-feira
Questionado se considera que devia haver um maior investimento nas Forças Armadas, o chefe do Estado-Maior da Armada disse que não foi "eleito democraticamente para decidir sobre isso".