Irão autoriza formalmente as mulheres a conduzir motas
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
As autoridades iranianas ainda não confirmaram a detenção nem forneceram pormenores sobre as acusações contra os detidos.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Os protestos em quase todo o país começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação galopante, num país sujeito a sanções económicas dos Estados Unidos e da ONU, mas têm vindo a intensificar-se e transformaram-se numa contestação política contra o regime.
Com a internet em baixo e as linhas telefónicas cortadas, acompanhar as manifestações a partir do estrangeiro tornou-se difícil.
Farian Sabahi, italo-iraniana especialista em história contemporânea, tem dúvidas sobre os resultados de "protestos que não têm um líder nem uma organização”.
O financiador palestiniano preso em Itália, os ténis de 990 euros do eurodeputado do PS e as novas vidas de Rui Rio e "Chicão"
A desvalorização da moeda iraniana foi o gatilho para o início dos protestos no Irão.
Em dezembro os preços dos alimentos subiram 72% e os de produtos de saúde e medicamentos 50%, em relação ao mesmo mês do ano passado.
Polícia italiana acredita que mais de 71% das doações que um grupo arrecadou serviu para financiar o braço militar do Hamas e apoiar as famílias de homens-bomba e detidos por terrorismo.
A ofensiva de charme saudita mostra como se lavam reputações num mundo com mais fins que princípios.
Castro Almeida sublinhou, em Riade, que somos "um país atrativo para investimento estrangeiro".
Presidente da República e a ida de CR7 à Casa Branca.
Capitão da Seleção Nacional integrou a comitiva do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salma.