Ministro da Educação volta a defender aumento do valor das propinas
Fernando Alexandre quer que as propinas sejam atualizadas de acordo com a taxa de inflação.
Fernando Alexandre quer que as propinas sejam atualizadas de acordo com a taxa de inflação.
Consultor foi eleito vereador em Cascais e teve de entregar declaração de rendimentos e património. Nos Indiscrestos desta semana, tempo ainda para as promoções de uma adjunta do ministro da Educação
Governo quer fazer uma "grande aposta no Espaço".
Fernando Alexandre disse que é “inacreditável” e que “ninguém na sessão ficou com a ideia que a RTP passou”.
Ministro da Educação defendeu esta terça-feira que as residências públicas devem ter alunos de vários estratos sociais, caso contrário, dando prioridade aos bolseiros, irão degradar-se mais rapidamente.
O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, que garantiu estar a caminho uma "correção" dos pagamentos.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação explicou que a prioridade será dada às escolas com maior número de alunos e que nunca tiveram biblioteca, incluindo 30 agrupamentos onde “não existe uma única biblioteca”.
Este é um percurso "que não fecha outras portas", já que "seguir a via profissional dá acesso na mesma ao ensino superior", sustentou o ministro.
Fernando Alexandre revelou ainda que em maio deverá ser apresentado um programa que prevê que cada aluno tenha um tutor de Inteligência Artificial.
Fernando Alexandre defende que as residências universitárias "devem ser olhadas como espaços de integração dos estudantes".
Fernando Alexandre recusa ter pressionado o reitor da Universidade do Porto no sentido de permitir a entrada na Faculdade de Medicina 30 candidatos que não tinham obtido a classificação mínima na prova exigida.
Reitor da Universidade do Porto afirmou ter recebido pressões de "pessoas influentes" para deixar entrar na Faculdade de Medicina 30 candidatos que não tinham obtido a classificação mínima na prova.
O reitor da Universidade do Porto denunciou ter recebido pressões de várias pessoas "influentes", sem querer adiantar nomes, para deixar entrar na Faculdade de Medicina 30 candidatos que não tinham obtido a classificação mínima na prova exigida no curso especial de acesso para licenciados noutras áreas.
O caso terá chegado ao ministro da Educação, que ligou ao reitor a manifestar disponibilidade para que se criassem vagas extraordinárias de modo a que estes alunos (que não tinham a classificação mínima na prova exigida no concurso especial de acesso para licenciados noutras áreas) tivessem lugar na Faculdade de Medicina.
"Os exames nacionais são um instrumento essencial para garantir a avaliação das aprendizagens" e sem eles não é possível identificar quais são as "escolas que estão a funcionar bem e as que estão a funcionar mal", defendeu.
O ministro da Educação anunciou uma reforma no Ministério da Educação, Ciência e Inovação, com a extinção de várias entidades, incluindo a FCT, que serão integradas em novas agências.