Segunda fase dos exames arranca em 20 de julho e resultados saem a 7 de agosto
Segundo anunciou o Ministério da Educação.
Segundo anunciou o Ministério da Educação.
«Poderão verificar-se, de forma pontual e temporária, oscilações de pressão ou interrupções no abastecimento de água…»
O ministro da Educação, Ciência e Inovação revelou alguns detalhes do processo que levou a tutela a adiar a divulgação dos resultados da 1.ª fase dos exames nacionais.
Os professores têm até 14 de julho para classificar as provas, cujos resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação não confirmou, no entanto, o valor da atualização, justificando que "está em processo legislativo", que espera concluir ainda durante o mês de julho.
Fenprof disse que enquanto os exames existirem, "o Estado tem o dever de garantir que decorrem com absoluto rigor, transparência e equidade para todos os alunos, sem exceções".
Aumento de famílias estrangeiras, mudança de mentalidade dos portugueses e o dinheiro justificam o crescimento dos colégios internacionais.
"A situação verificada é lamentável, mas não tem qualquer impacto na realização e na validade da prova deste ano, nem nos resultados dos alunos nestas provas", sublinhou o MECI.
Depois da polémica sobre uma pergunta do exame de Português que já tinha aparecido num livro, o organismo responsável concluiu que não houve vantagem para os alunos, apesar de reconhecer falha no processo.
As escolas irão funcionar normalmente até ao final do ano letivo, até 31 de julho, mas a situação poderá complicar-se já em setembro.
Professores queixam-se de desigualdade entre os alunos que compraram o referido livro e os restantes.
Concurso de acesso ao ensino superior público traz mais vagas este ano, com destaque para Medicina e cursos para ser professor. Candidaturas arrancam a 20 de julho.
Dos 166.339 inscritos, 56% disseram que o seu objetivo era candidatar-se ao ensino superior, segundo os dados do Ministério da Educação.
Numa manifestação em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, em Lisboa.
Nos últimos meses, várias denúncias de violência e abusos em creches vieram a público, levantando dúvidas sobre os mecanismos de prevenção e fiscalização nestas instituições.
Perante a diferença entre as vagas inicialmente disponibilizadas e professores colocados, a Fenprof quer saber quantos lugares ficaram efetivamente por ocupar.