Militar da GNR gravemente ferido após cair de telhado no quartel de Leiria
Procedia a trabalhos de reparação dos telhados.
Procedia a trabalhos de reparação dos telhados.
Numa nota publicada no site da Presidência.
De acordo com o comunicado do MAI, foi identificado um indivíduo após um incidente na manifestação denominada "Reconstruir Portugal", por este se ter envolvido em desacatos com agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP).
Principais figuras de Estado cancelaram viagens oficiais face à semana de incêndios "mais exigente" desde 2017. Atitude perante a ameaça é "sensatez mínima", refere o politólogo João Pereira Coutinho à SÁBADO
Militar ao serviço na zona de Évora tinha pornografia infantil e é também acusado de importunação sexual. Homem de 55 anos foi detido pela PJ de Leiria, após terem sido encontrados conteúdos pornográficos de menores no seu computador.
O ministro da Administração Interna transmitiu "um voto de solidariedade aos familiares, amigos e a todos os militares da Guarda Nacional Republicana".
Chamas fizeram 15 feridos diretos, um deles em estado grave. Durante a tarde, foram assistidos três bombeiros e um militar da Guarda Nacional Republicana.
O assaltante terá ficado assustado pela repercussão mediática do caso e, sem conseguir vender o arsenal, terá contactado um militar da GNR para devolver o material de forma discreta.
Cantor terá de pagar cinco mil euros ao Estado e a uma associação de animais.
Cantor terá de pagar cinco mil euros ao Estado e a uma associação de animais.
O militar e outros três arguidos encontram-se em prisão preventiva desde Outubro de 2017.
Suspeitos estavam em prisão preventiva desde 23 de outubro de 2017.
Em seis anos, foram abertos 19 processos a polícias após terem ferido civis com armas de fogo e 33 por terem provocado ferimentos sem armas.
Homem vai responder por um crime de violação consumada, por ter obrigado a mulher a fazer-lhe sexo oral, no interior do posto da GNR em São Bartolomeu de Messines.
O Tribunal de Portimão começa a julgar um militar da GNR acusado de um crime de violação de uma funcionária de limpeza.
Arguidos distribuíam de forma direta a consumidores e vendedores a retalho, entre março de 2016 e outubro deste ano.