Irão: António Costa pede a Teerão que permita navegação em Ormuz e cesse ataques
Líder do Conselho Europeu reuniu com o presidente iraniano, em Nova Iorque.
Líder do Conselho Europeu reuniu com o presidente iraniano, em Nova Iorque.
O setor mais afetado foi a extração de petróleo bruto e gás natural.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusa os Estados Unidos de "flagrantes violações" do memorando de entendimento.
O Comando Central dos EUA confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
O presidente norte-americano apelou a que o Irão impedisse o Hezbollah de "causar problemas" no Líbano.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Os ataques atingiram mais de uma dúzia de localidades ao longo da madrugada, matando três pessoas em Arab Salim, uma em Deir Zahrani e outra em Dweir.
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, assinaram, na quarta-feira, um acordo inicial para pôr fim à guerra entre os dois países. O jornalista da AP Jon Gambrell explica o que está em causa neste memorando.
“Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]”, disse o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai.
Estreito está praticamente bloqueado desde o início do conflito com os Estados Unidos e Israel, a 28 de fevereiro
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
Teerão apresentou uma contraproposta que não agradou o presidente norte-americano.
Pezeshkian fala da “necessidade de fabricar um inimigo a fim de justificar a pressão, manter o domínio militar, sustentar a indústria das armas e controlar mercados estratégicos”.
Presidente prevê que os EUA terminem a guerra "muito em breve", mas antes disso diz que é importante que o país perca a capacidade de frabricar armas nucleares.
Concessão foi anunciada por Islamabade como "um passo significativo para a paz".