Sábado – Pense por si

Em maio de 1974, acabado de tomar posse como Presidente da República
António Luís Marinho

Spínola, o general que nunca se conteve

Foi herói numa guerra a que quis por fim. Escreveu um livro que antecipou a queda do regime. Foi o general que recebeu a rendição de Marcelo Caetano, no 25 de abril de 1974. Primeiro Presidente da República pós-revolução e proscrito, a partir de 11 de março de 1975. Morreu há 30 anos

O Erro do Cid

É este tipo de moralidade que contestou a participação de Israel na Eurovisão e apelou à humilhação com a pontuação zero. A sua voz não teve eco nenhum. Noam Bettan ficou em segundo lugar e em primeiro a cantora búlgara, que apoiou Israel. Portugal deu pontuação máxima a Israel. Embrulha. É um bofetão para aqueles que se julgam proprietários da razão.

Ventos de Oeste

Incompreensões

Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.

Carlos de Matos Gomes

A guerra acabou a 25 de abril?

A guerra colonial terminou com a revolução, como acabaram de facto, mesmo sem decreto, a censura, a PIDE/DGS, os tribunais plenários ou a Ação Nacional Popular. Os incidentes que ocorreram depois foram consequência não da guerra mas da opção do regime de Salazar e de Marcelo Caetano em manter um domínio colonial contra as circunstâncias determinantes dos tempos da História.

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