Zero quer Metro de Lisboa a abrir às 05:30 devido ao aumento dos combustíveis
As recomendações surgem num contexto marcado pela escalada do conflito no Médio Oriente e pelo consequente aumento extraordinário dos preços dos produtos petrolíferos.
As recomendações surgem num contexto marcado pela escalada do conflito no Médio Oriente e pelo consequente aumento extraordinário dos preços dos produtos petrolíferos.
A greve geral nos comboios espanhóis foi convocada depois dos acidentes de 18 janeiro, em Adamuz, Córdova, Andaluzia, no sul do país, e de 20 de janeiro, na Catalunha, no nordeste Espanha.
Os sindicatos de maquinistas espanhóis iniciaram, esta segunda-feira, uma greve de três dias para alertar para as questões de segurança ferroviária no país após uma série de acidentes, incluindo o de Aramuz, no início deste ano, que fez mais de 40 mortos.
Os comboios suburbanos estiveram inicialmente parados por decisão das autoridades, para serem inspecionadas todas as vias e garantir que estavam todas livres de obstáculos.
Um dos maquinistas do comboio morreu e 37 pessoas ficaram feridas, cinco delas com gravidade, disseram as autoridades locais.
Proposta de lei tinha sido debatida no parlamento a 29 de setembro.
O Governo pode fixar serviços mínimos garantidos e fazer outros acertos, dizem os juristas ouvidos pela SÁBADO, que notam a “dificuldade técnica” mesmo em alterações pequenas. Não há margem constitucional para mudanças maiores como, por exemplo, os motivos para a greve.
O Sindicato dos Maquinistas (SMAQ) cumpre esta terça-feira o último dia de greve ao trabalho suplementar, enquanto o Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) iniciou no domingo uma greve de revisores e trabalhadores de bilheteiras.
Para este período, estavam previstos 106 comboios correspondentes aos serviços mínimos, dos quais foram realizados 102, e ainda 29 comboios adicionais.
Os maquinistas e os revisores da CP cumprem hoje o penúltimo dia de greve em defesa de aumentos salariais e da negociação coletiva, uma paralisação que tem gerado vários constrangimentos à circulação.
Entre as 00h00 e as 14h00, estavam programados 39 comboios de longo curso e 29 destes foram suprimidos.
Do total de 153 comboios programados para hoje, 77 foram suprimidos (50,3%), afetando em primeiro lugar as viagens de longo curso.
A CP indicou, no site, que "foram definidos serviços mínimos, para o período compreendido entre os dias 11 e 14 de maio", tendo publicado as listas dos comboios abrangidos pela decisão.
Segundo fonte oficial da CP, na quinta-feira, até as 19:00, não tinha circulado nenhum comboio.
Esta paralisação foi convocada contra a imposição de aumentos salariais "que não repõem o poder de compra", pela "negociação coletiva de aumentos salariais dignos" e pela "implementação do acordo de reestruturação das tabelas salariais, nos termos em que foi negociado e acordado", segundo os sindicatos.
"Uma vez que não foram definidos serviços mínimos pelo Tribunal Arbitral do Conselho Económico Social, a CP não garante a circulação de comboios sobretudo nos dias 7, 8 e 9 de maio", indicou a transportadora ferroviária, num alerta publicado no seu 'site', na terça-feira.