Diretor da PSP diz que formação de polícas terá "atenção particular" ao racismo
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Serão reforçadas em 2026 matérias de "prevenção da discriminação, extremismo e radicalismo, uso de redes sociais e telemóveis pessoais, passando estas a ser matérias obrigatórias".
Luís Neves destacou que são isolados os casos de violência policial e do alegado envolvimento de polícias em grupos nazis.
Na quarta-feira, o novo ministro da Administração Interna esteve reunido no ministério com o Comandante-Geral da GNR, Tenente-General Rui Veloso, e com o Diretor Nacional da PSP, Superintendente-Chefe Luís Carrilho.
Apesar de tudo, a PSP continua a cumprir com excelência a sua missão. Em cada operação, em cada patrulhamento, em cada escola, bairro ou estádio, estão agentes que vestem a farda com dignidade, vocação e um profundo sentido de dever.
"O Estado não abdica do seu dever essencial, de proteger e respeitar todos os que se encontrem no nosso território", disse Maria Lúcia Amaral.
Segundo o diretor nacional, em 14 anos, a PSP registou 60 inquéritos internos relacionados com racismo e xenofobia. Desses, 44 foram arquivados.
Inaugurado esta 4.ª feira, o pavilhão servirá para "preservar, estudar e partilhar a coleção privada do artista ", constituída por cerca de 1.500 obras de arte.
De 5 a 8 de junho, ninguém paga para entrar no pavilhão onde estarão obras de artistas como Marina Abramovic, Robert Morris e Rui Chafes.
O Pavilhão vai contar com mais de 1.200 obras expostas, de artistas como Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Andy Warhol, Marcel Duchamp e Marina Abramovic.
O Ministério Público vai investigar a alegada falsificação do documento.
Governo autorizou a passagem à pré-reforma de 500 elementos da PSP e a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia decidiu suspender protesto.
Segundo o líder da comunidade do Bangladesh, os confrontos envolveram duas fações rivais dentro do mesmo partido.
A polícia "tudo faz para que as pessoas vivam em liberdade e em segurança", frisou Luís Carrilho no final da cerimónia de abertura do ano judicial.
Margarida Blasco sublinhou ainda que "nem as forças de segurança se deixavam instrumentalizar".
Luís Carrilho, diretor nacional da PSP, frisou que "em Portugal, ninguém está acima da lei, não está a polícia, não estão os cidadãos, e devemos deixar as instituições funcionarem".