Diretor da PSP diz que polícia que matou Odair Moniz continua suspenso de funções
Luís Carrilho diz que é preciso esperar pelo processo disciplinar e que a sentença transite em julgado.
Luís Carrilho diz que é preciso esperar pelo processo disciplinar e que a sentença transite em julgado.
Conhecido como “o polícia antirracista”, tornou-se incómodo por apontar o dedo ao preconceito no interior da PSP. O caso da esquadra do Rato devolve à memória as denúncias.
"Tudo o que estiver ao alcance do Governo, tudo faremos para que haja dois cursos por ano", assegurou Luís Neves.
Parceria prevê partilha de informação, ações de formação e iniciativas conjuntas de sensibilização e prevenção.
Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, defendeu que "para ter mais polícia é preciso ter condições (...) e renovar as esquadras em má condição".
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Serão reforçadas em 2026 matérias de "prevenção da discriminação, extremismo e radicalismo, uso de redes sociais e telemóveis pessoais, passando estas a ser matérias obrigatórias".
Luís Neves destacou que são isolados os casos de violência policial e do alegado envolvimento de polícias em grupos nazis.
Na quarta-feira, o novo ministro da Administração Interna esteve reunido no ministério com o Comandante-Geral da GNR, Tenente-General Rui Veloso, e com o Diretor Nacional da PSP, Superintendente-Chefe Luís Carrilho.
Apesar de tudo, a PSP continua a cumprir com excelência a sua missão. Em cada operação, em cada patrulhamento, em cada escola, bairro ou estádio, estão agentes que vestem a farda com dignidade, vocação e um profundo sentido de dever.
"O Estado não abdica do seu dever essencial, de proteger e respeitar todos os que se encontrem no nosso território", disse Maria Lúcia Amaral.
Segundo o diretor nacional, em 14 anos, a PSP registou 60 inquéritos internos relacionados com racismo e xenofobia. Desses, 44 foram arquivados.
Inaugurado esta 4.ª feira, o pavilhão servirá para "preservar, estudar e partilhar a coleção privada do artista ", constituída por cerca de 1.500 obras de arte.
De 5 a 8 de junho, ninguém paga para entrar no pavilhão onde estarão obras de artistas como Marina Abramovic, Robert Morris e Rui Chafes.
O Pavilhão vai contar com mais de 1.200 obras expostas, de artistas como Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Andy Warhol, Marcel Duchamp e Marina Abramovic.
O Ministério Público vai investigar a alegada falsificação do documento.