Alguém explique porque querem acabar com o SEF
Há inúmeros motivos para se eliminar um serviço do Estado: ele ter-se tornado obsoleto, ser um sorvedouro de dinheiros ou revelar-se um antro de más-práticas. Não parece ser esse o caso do SEF.
Há inúmeros motivos para se eliminar um serviço do Estado: ele ter-se tornado obsoleto, ser um sorvedouro de dinheiros ou revelar-se um antro de más-práticas. Não parece ser esse o caso do SEF.
Para Sousa Tavares, as mortes por Covid-19 de ontem tinham sido mais que as mortes na estrada de 2019. Ventura falou na "subsídiodependência" de ciganos, que representam menos de 4% dos beneficiários do RSI.
Valentina, de nove anos, foi encontrada sem vida em Peniche, a poucos quilómetros de casa. O pai e a madrasta foram detidos por suspeitas de homicídio. Houve sete outros casos que chocaram o País.
Foi condenado pela morte da sobrinha que desapareceu no Algarve em setembro de 2004.
Leonor Cipriano está a viver com outra mulher que conheceu quando ambas estavam reclusas.
O Correio da Manhã teve acesso ao processo criminal da morte da menina de oito anos.
Mulher saiu esta quinta-feira da cadeira de Odemira em liberdade condicional.
Joana desapareceu a 12 de setembro de 2004 depois de ter saído de casa, em Portimão
Leonor Cipriano havia sido condenada a 16 anos e 8 meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver da filha, Joana, que desapareceu a 12 de setembro de 2004, em Portimão.
Joana desapareceu a 12 de setembro de 2004 depois de ter saído de casa, em Portimão.
Em onze anos de carreira, já esgotou o Coliseu de Lisboa e já foi processado em tribunal por causa de uma piada. Na semana em que publica o primeiro livro, Very Typical, fala sobre o humor em Portugal, a namorada, Teresa Rolla, e a polémica com a actriz Sofia Ribeiro
Foi segurança e inspector da Polícia Judiciária, chegou a vice-presidente do Sporting e agora é suspeito de assaltos à mão armada
Falsas declarações agravam pena de prisão pela morte da filha Joana.
O Tribunal Judicial de Faro absolveu esta terça-feira Aragão Correia, advogado de Leonor Cipriano - mãe da menina desaparecida no Algarve em 2004 - e o professor António Pedro Dores, de terem difamado o ex-inspector da Polícia Judiciária Gonçalo Amaral.
O advogado Marcos Aragão Correia e o professor universitário António Pedro Dores começam esta quarta-feira a ser julgados pelo Tribunal de Faro, por alegada difamação do ex-inspector da Polícia Judiciária Gonçalo Amaral, depois de dois adiamentos da primeira sessão judicial.
O julgamento do advogado Marcos Aragão Correia e do professor universitário António Pedro Dores, por difamação do ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral, foi esta quinta-feira novamente adiado para 18 de Abril, disse fonte ligada ao processo.