China sanciona deputado japonês por “cooperar com forças separatistas” de Taiwan
Ao abrigo da Lei contra Sanções Estrangeiras, Pequim pode congelar os bens móveis, imóveis e outros ativos de Furuya em território chinês.
Ao abrigo da Lei contra Sanções Estrangeiras, Pequim pode congelar os bens móveis, imóveis e outros ativos de Furuya em território chinês.
De acordo com a Associated Press (AP), os resultados preliminares mostram que as tentativas de destituição não conseguiram remover nenhum dos parlamentares do KMT, por uma margem considerável.
O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, visitou uma base naval em Kaohsiung, esta segunda-feira, para supervisionar um exercício de colocação de minas que faz parte dos treinos militares anuais do país.
Desde o Concílio Vaticano II (1962-1965) a Igreja está em aggiornamento constante para se «adaptar melhor às necessidades do nosso tempo», nos termos da revisão da liturgia promulgada por Paulo VI na Constituição Apostólica «Sacrosanctum Concilium».
As Forças Armadas chinesas anunciaram hoje novas manobras em torno de Taiwan, envolvendo unidades do exército, marinha, aviação e força de foguetões, "num aviso sério às forças separatistas que procuram a independência da ilha".
Mais de 500 pessoas foram deslocadas de regiões montanhosas propensas a deslizamentos de terra no sul da ilha, que permanece em estado de alerta máximo.
Ministério da Defesa de Taiwan afirmou ter detetado 49 aviões de guerra e 19 navios da marinha, bem como embarcações da guarda costeira chinesa.
Esta quinta-feira, Pequim lançou mísseis balísticos de alcance intermediário e intercontinental em Taiwan. Momento terá levado ao alerta das forças marítimas, aéreas e terrestres taiwanesas.
Crescido na pobreza, Lai Ching-te sempre teve o sonho de ser médico. Durante a sua juventude ainda exerceu, mas mais tarde um convite do Partido Democrático Progressista para que integrasse o partido mudou a sua carreira.
A newsletter de terça-feira
William Lai Ching-te, atual vice-presidente cessante, de 64 anos, foi descrito por Pequim como um "sério perigo" devido às posições do seu partido, que afirma que a ilha é de facto independente.
É a pergunta-chave nas eleições em Taiwan, uma das mais importantes em 2024, ano recorde de atos eleitorais no mundo. O partido pró-independência taiwanês lidera, mas Pequim aumenta a intimidação e a interferência.
A guerra económica entre China e EUA e as rivalidades entre os dois países asiáticos podem dar origem à anexação de Taiwan por parte da China.