O luxo dos filhos do regime do Irão no Ocidente
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
Muitos dos locais atingidos integram a lista do Património Mundial da UNESCO e a recorda que os bens culturais estão protegidos pelo direito internacional.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
Tem 56 anos, é o filho do anterior aiatola e a sua escolha está envolta em polémica. EUA e Israel já o consideram um alvo.
Assassinato do líder supremo impôs aos clérigos iranianos a tarefa de escolherem o sucessor do homem que liderou o país por mais de quatro décadas.
Sob a alçada de Khamanei as sanguinárias forças de segurança do Irão abriram fogo contra manifestantes durante sucessivas ondas de protestos em 2009, 2019 e nas manifestações que se seguiram após o assassino de Mahsa Amini em 2022.
Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra
Fala-se do filho do Xá. Fala-se de líderes no exílio. Fala-se de figuras que, do exterior, prometem um novo Irão. Mas raramente se equaciona um nome que está, e sempre esteve, dentro da própria história política da República Islâmica: Mohammad-Reza Khatami.
Esta é a segunda vez que o Irão vai escolher um líder supremo, depois de Ali Khamenei ter sucedido ao ‘ayatollah’ Ruhollah Khomeini.
Líder Supremo do Irão morreu durante os bombardeamentos dos EUA e Israel em Teerão.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
A morte do aiatola foi confirmada pela televisão estatal iraniana. Regime decreta 40 dias de luto e sete feriados pela sua morte.
Não somos o seu espelho, não. Pezeshkian após ordenar a morte dos manifestantes, apertado pelo vento Trump, lamentou o clima de protestos. É este tipo de estrume que recebeu as 'congratulations' de Guterres.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
A aceitação do princípio de «guerra preventiva» e a violação impune, à semelhança do que ocorre na Ucrânia, da interdição de ataque a instalações nucleares civis, é, desde já, uma das mais perigosas consequências da guerra.
Aitolá está no poder há 36 anos e é a figura mais importante do Irão, visto que possui todo o tipo de poderes. Em 1981, foi alvo de uma tentativa de assassinato que o deixou com o braço direito paralisado.