Casa Pia rejeita acusações de ter violado as sanções da UE: "Transferência transparente"
Gansos explicam, em comunicado, processo da venda de Felippe Cardoso para o FC Akhmat
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Uma festa de celebridades com o tema “quase nu” em Moscovo provocou indignação nos políticos russos e nas forças de segurança, um sinal de que Putin está a tornar o país mais conservador e anti-liberal.
O Grupo Wagner é o maior exército privado russo, mas não é o único: há pelo menos mais uma dúzia de froças paramilitares, do Patriot ao Potok da Gazprom, passando pelo Convoy. Vladimir Putin, que incentivou o modelo, quer agora mais controlo sobre os mercenários.
As forças russas viram o grupo Wagner avançar em território russo sem grande resistência. Putin disse publicamente que ira reprimir o motim, mas até ao momento os confrontos não têm sido duros. O que mostra este gesto de Prigozhin contra Putin? Poderá o líder do grupo Wagner sobreviver se não for bem-sucedido? A análise de João Carlos Barradas.
A cronologia das últimas horas ajuda a perceber o que está a acontecer na Rússia com os paramilitares do grupo Wagner a marchar rumo a Moscovo, depois de terem deixado a Ucrânia onde combatiam ao lado do exército russo.
O grupo Wagner decidiu ocupar a cidade de Rostov, no sul da Rússia, e anunciou estar contra as chefias militares. Putin falou ao país, sem referir o nome do líder do grupo de mercenários, para falar em "facada nas costas" e prometer a reposição da normalidade. O jornalista João Carlos Barradas faz uma análise do impacto que este motim armado pode ter para a liderança de Vladimir Putin.
No país prevalece a doutrina de que a Pátria está sob ameaça, cerceada na justa ambição de salvaguardar valores russos na luta contra ocidentais apostados na destruição da ideia de família fiel ao Estado e seus valores.
Há uma progressão alucinante nas justificações para a invasão da Ucrânia. O poder agressor diz agora estar a liderar uma “guerra santa”. Os apoiantes internacionais desta loucura (ou os mudos) deviam refletir sobre o assunto.
A Rússia pode não conseguir ganhar a guerra convencional, mas não deixará nada em pé na Ucrânia. Com ou sem nuclear “tático”, afirma que a alternativa à capitulação é o dilúvio
Moscovo é a maior superpotência no que toca a armas nucleares, no entanto, a utilização destas poderia levar os EUA a responderem e a envolverem-se num confronto direto com o país de Vladimir Putin.
Ruslan Edelgeriyev representa a Rússia na Conferência dos Oceanos das Nações Unidas. Ficou na penúltima fila e, no evento, garantiu que o país quer a neutralidade carbónica até 2060.
Ramzan Kadyrov apelou ainda a outros militares que defendem estruturas de produção de aço e ferro para se renderem e seguir os passos dos seus camaradas. Imagens divulgadas pela televisão russa mostram homens feridos de braços no ar. Governo ucraniano ainda não comentou.
Mykola Trofymenko acredita que início da guerra na Ucrânia aconteceu através da desinformação e propaganda e continua agora com uma ação militar.
Em 2015, Boris Nemtsov foi morto a tiro e a vida da filha mudou para sempre. Falou com a SÁBADO em Lisboa. “A minha mãe não se sente confortável por ser cidadã russa. Eu também não.”
Elon Musk publicou um tweet onde desafiava Putin para lutar com ele. Mas os seus apoiantes avisaram o bilionário para que tivesse cuidado com o "terror do Ocidente".
Presidente da República da Chechénia é aliado de Vladimir Putin e está a ajudar a ofensiva russa na Ucrânia. Afirmou num vídeo que estava em Kiev, pronto para combater.