Joana Bordalo e Sá sobre centro de saúde com gestão privada: “Governo optou por desinvestir no SNS”
A presidente da Federação Nacional dos Médicos considera que a parceria público-privada acarreta o risco de “exclusão e desigualdades”.
A presidente da Federação Nacional dos Médicos considera que a parceria público-privada acarreta o risco de “exclusão e desigualdades”.
O Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, considera que existem questões éticas e deontológicas a ter em conta no protesto dos médicos tarefeiros. A presidente da Federação Nacional dos Médicos, Joana Bordalo e Sá, atribui a "responsabilidade ética" ao Governo.
"Uma vez que está a haver uma recusa da ministra da Saúde em negociar verdadeiramente a carreira médica e, acima de tudo, por ter apresentado decisões que põem em risco a população, estamos a anunciar a greve de médicos para o dia 24 de outubro em todo o País", disse a presidente da Fnam Joana Bordalo e Sá.
Líder do maior sindicato de médicos não reconhece competência à ministra da Saúde para resolver os problemas do setor. Tentativa de acabar com tarefeiros "é mandar areia para os olhos dos cidadãos" e vitaminas para o privado, diz responsável pela FNAM à SÁBADO.
Para Joana Bordalo e Sá, "o Ministério da Saúde de Ana Paula Martins deixa a Saúde muito pior do que a encontrou há um ano e foi uma teimosia, foi uma intransigência, uma recusa permanente em querer negociar".
A dirigente da Federação Nacional dos Médicos acusa a ministra da Saúde de não ter negociado com a estrutura a revisão da carreira dos médicos. Ministério assinou acordo com outro sindicato, o SIM (Sindicato Independente dos Médicos).
Oncologista do Porto agita as águas na saúde. É sindicalista desde o primeiro dia, apoiou a candidatura de João Ferreira (PCP) e levanta a voz nas reuniões. Quem é a líder da FNAM?
Joana Bordalo e Sá assumiu que, na terça-feira, "2/3 dos médicos fizeram greve" e que é esperada idêntica adesão durante o dia de hoje.
"Isto é uma luta na defesa dos doentes e também da nossa profissão, face à intransigência e inflexibilidade por parte do Ministério da Saúde", diz Joana Bordalo e Sá.
Governo e Federação Nacional dos Médicos continuam à procura de entendimento numa altura em que a Saúde enfrenta um problema "urgente", alerta a sindicalista Joana Bordalo e Sá.
Segundo Joana Bordalo e Sá, além desta paralisação nacional de dois dias, será também marcada uma greve ao trabalho extraordinário nos cuidados de saúde primários durante este mês.
Joana Bordalo e Sá, presidente da FNAM e Guadalupe Simões, dirigente nacional no SEP, traçam os desafios que António Gandra d'Almeida enfrenta.
Apesar das incertezas em relação ao novo Governo, os sindicatos garantem que não vão desistir das suas reivindicações. “Vamos exigir aquilo que não ficou feito,” diz à SÁBADO Joana Bordalo e Sá, presidente da FNAM.
Líder sindical Joana Bordalo e Sá alerta que a "a situação está cada vez mais grave", e diz que os resultados do concurso para formação de médicos especialistas dão o alerta para o futuro do SNS.
Joana Bordalo e Sá, presidente da FNAM, partilha com a SÁBADO que existe uma "grande expectativa" que depois da "aproximação verbal" do Ministério seja conseguido um acordo.
Joana Bordalo e Sá, presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), relata que o site já se encontra parcialmente reposto e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) informaram que o bloqueio teve origem numa falha técnica.