Chumbo da reforma laboral é "oportunidade perdida para o país", diz ministra do Trabalho
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Proposta foi chumbada, esta sexta-feira, com os votos contra de todos os partidos à esquerda e do Chega.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.
Luís Montenegro deverá ser reeleito.
A revisão deste regime feita pelo Governo, argumentou, "para além de consagrar todos os aspetos negativos que o RJIES tinha, ainda os vai aprofundar mais".
A normalização do serviço está prevista para as 06:30 de quinta-feira.
O secretário-geral do PCP disse ainda que a greve geral será uma afirmação de um "não à precariedade, há desregulação das horas de trabalho" e de um "sim aos direitos e à estabilidade".
Normalização do serviço está prevista para as 6:30 de quinta-feira.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
Luís Montenegro foi eleito pela primeira vez presidente do PSD em 28 de maio de 2022, numa eleição em que derrotou com mais de 72% dos votos o antigo vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva.
O acórdão determina o "funcionamento, em 50% do seu regime normal, das carreiras 703, 708, 717, 726, 735, 736, 738, 751, 755, 758, 760 e 767".
Montenegro desafiou então quem tivesse um "caminho diferente e alternativo" a apresentar-se, no que foi interpretado como uma resposta a Pedro Passos Coelho, numa altura em que o antigo presidente social-democrata iniciava uma série de intervenções críticas para o Governo PSD/CDS-PP.
Passos Coelho cumprimentou o líder do Chega e Ventura disse-lhe que tem "sempre saudades de uma grande figura".
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
Socialista insiste que a formação profissional é fundamental e que investir na qualificação das pessoas é uma das formas de ter uma economia mais produtiva.
O STAL acusa o "Governo PSD-CDS, apoiado pelo Chega e IL", de tornar "muito pior" tudo o "que está mal na legislação laboral".