A APP portuguesa que evita erros e faz "o utente sair da farmácia com a terapêutica organizada"
A Terah informa os utentes sobre os fármacos que tomam e emite lembretes aos utilizadores para que não se esqueçam de tomar a medicação.
A Terah informa os utentes sobre os fármacos que tomam e emite lembretes aos utilizadores para que não se esqueçam de tomar a medicação.
Em nome da ciência e da investigação em saúde, os ratinhos do biotério do GIMM, que visitámos, servem de cobaias para novos avanços em fármacos ou tratamentos de doenças humanas, como o cancro. Há uma gama alargada de procedimentos legais para garantir que, do início ao fim, sofrem o menos possível
A parceria abrange uma carteira de 12 programas contra o cancro, composta por oito ativos em fase inicial desenvolvidos pela Innovent e quatro novos projetos propostos pela farmacêutica norte-americana.
Apenas na Roménia, Lituânia e Estónia é preciso esperar mais tempo do que em Portugal para encontrar no mercado um novo fármaco.
Hospital nega "rutura de fármacos" e diz que há "apenas uma gestão criteriosa".
Garantia foi dada pelo Infarmed e a medida vai permitir ao Estado poupar cerca de 50 milhões de euros.
Entre os fármacos proibidos estão alguns usados no tratamento dos cancros de bexiga e gástrico, esquizofrenia e transtorno bipolar.
Se se avançasse com uma comparticipação de 90% de todos os medicamentos, o Estado gastaria dois mil milhões de euros.
Nesta classe de fármacos inclui-se o Ozempic, desenvolvido para tratar a diabetes tipo 2, mas que está também a ser usado para combater a obesidade e ajudar à perda de peso.
Fármacos para a disfunção erétil continuam no topo da lista.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
Há medicamentos que estão a revolucionar os tratamentos da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. O problema é que estes fármacos ainda não são comparticipados. E ainda: um Nobel especial; o mundo de D. Estefânia e o sucesso do Repórter SÁBADO.
São já cinco os medicamentos para a obesidade disponíveis em Portugal, no entanto nenhum tem comparticipação. A SÁBADO falou com dois especialistas e as opiniões dividem-se entre o apoio aos fármacos e a precaução devido à falta de estudo sobre possíveis consequências no futuro.
Entre as proibições determinadas estão fármacos usado no tratamento de diabetes, transtorno do défice de atenção e hiperatividade e alzheimer.
"É preciso estudar como vírus e bactérias se adaptam aos novos fármacos e vacinas para depois desenvolver novas soluções terapêuticas", defende especialista.
Entre os medicamentos cuja rutura teve um impacto considerado elevado estão anti-infecciosos, fármacos para o sistema nervoso central, para o aparelho cardiovascular, hormonas e medicamentos usados no tratamento das doenças endócrinas, medicação antialérgica e fármacos para tratamento de cancro.