Frederiksen e Nielsen viajam para os EUA para assinar acordo sobre a Gronelândia
Local do encontro não foi revelado, nem o conteúdo integral do acordo.
Local do encontro não foi revelado, nem o conteúdo integral do acordo.
EUA e Dinamarca chegaram a um acordo que atribui a Washington o "controlo permanente" da segurança da Gronelândia. O documento só será assinado na próxima semana mas entretanjo já se conhecem algumas medidas.
Von der Leyen assinou também uma declaração conjunta, que "reforça e amplia" a cooperação entre a Gronelândia e a UE.
Harald V, de 89 anos, estava internado desde o dia 17 deste mês.
Primeira-ministra dinamarquesa quer consolidar o crescente apoio ao seu partido.
Apesar do difícil acesso em áreas remotas e da escassez de pessoal, foram alcançadas melhorias assinaláveis na ilha, que só assumiu a responsabilidade política pelo seu próprio sistema de saúde em 1992.
Nunca se ouviu falar tanto da Gronelândia como agora, mas os primeiros registos de habitantes da “terra verde" remetem à pré-história.
Jens-Frederik Nielsen defendeu que a nacionalidade, integridade e fronteiras da Gronelândia são “linhas vermelhas” que não querem que ninguém ultrapasse.
"Não é provável que haja um conflito militar", diz o primeiro-ministro da Gronelândia, mas a população tem de estar pronta para tudo, numa altura em que as tensões entre EUA e Europa se adensam. Governo da ilha cria "task force" e pede a cidadãos para criarem reservas de comida.
Jens-Frederik Nielsen fez história em 2025 depois de ter sido eleito o primeiro-ministro mais jovem da Gronelândia, liderando os Democratas. Conseguiu chegar a uma maioria no Parlamento unindo quatro dos cinco partidos.
Donald Trump tem vindo a intensificar as suas ameaças de querer comprar a Gronelândia, localizada no Ártico e território autónomo dinamarquês.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, quer tomar a Gronelândia, a bem ou a mal, por considerar que a ilha no Ártico é fundamental para a defesa dos Estados Unidos.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar este território autónomo à Dinamarca, membro da NATO.
Informação foi adiantada pela Casa Branca que sublinhou ainda que essa anexação poderá envolver as Forças Armadas dos Estados Unidos.
O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, reagiu, esta segunda-feira, às repetidas declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, de querer tomar o controlo deste território.
A Gronelândia, uma vasta ilha ártica com uma população de 57.000 habitantes, possui recursos minerais significativos, a maioria dos quais ainda inexplorados, além de uma localização estratégica.